Nos últimos dias, o grande assunto referente aoCruzeiro é a polêmica em relação ao acordo entre Ronaldo e Cruzeiro para a compra da SAF da Raposa. Muitas notícias surgiram recentemente, trazendo algumas informações em relação ao contrato e isso fez com que existisse uma grande repercussão sobre o assunto.
A situação fez com que na noite da última quinta-feira (31), fosse realizada uma reunião para a apresentação prévia da SAF à Assembleia composta pelos conselheiros do Cruzeiro. Na reunião, que foi transmitida, o assunto foi abordado e algumas situações foram esclarecidas a respeito dessa polêmica.
De acordo com publicação do site GE, o diretor da XP Investimentos, Pedro Mesquita, pediu a palavra para explicar a situação e expor os bastidores do contrato oferecido pela empresa 777 Partners para adquirir a SAF da equipe celeste. Ele destacou o fato de terem sido revelados detalhes das propostas.
Nenhum clube no mundo foi roubado como o Cruzeiro foi. As dívidas são de curtíssimo prazo, aumentando a urgência da venda das ações da SAF. Em 2020, pouco antes do Mineiro, não tinha elenco pra começar o torneio. Curioso é como não faliu. Não existe comparação com as outras SAFs.
— Leonardo Garcia Gimenez (@leonageral) April 1, 2022
“Essa outra proposta não era vinculante. Para traduzir para vocês: não era firme. Era como se fosse traduzindo aqui, uma carta de intenções. Só que essa proposta era tecnicamente inviável. Por quê? Ela pressupunha que, para ela valer, oCruzeiroteria que recomprar todas, eu repito, todas as dívidas com desconto mínimo de 80%”, explicou Mesquita, segundo publicação do GE.
Com Ronaldo ou não como dono da SAF, só esse começo de 2022 já mostra a real situação que chegou o Cruzeiro. R$26 milhões de transfer ban em janeiro e mais R$14 milhões pra pagar agora no início de abril. São R$40 milhões em quatro meses.
— Samuel Venâncio™ (@samuelvenancio) April 1, 2022
“E aí saiu a notícia sobre essa proposta na imprensa, e eu fico realmente triste, porque quem supostamente teve acesso a essa proposta ou agiu de má fé, porque não citou essa condição, ou não teve acesso à proposta, não viu a condição e supôs algo que ele não sabia. Ou seja, só para tumultuar. Porque isso é um fato. A proposta era inviável tecnicamente”, concluiu o executivo da XP.





