Neste domingo (20) o maior rival do Palestra enfrentou o Bahia pelo Campeonato Brasileiro em Salvador e além do empate que o faz patinar na tabela da competição, vivenciou um fato inusitado e no mínimo pitoresco pela falta de noção das partes envolvidas. O atacante Jô entrou no gramado com uma chuteira verde e deixou sua torcida um tanto quanto indignada.
O ato rendeu multa ao jogador por parte da diretoria do clube do Parque São Jorge, que ainda soltou comunicado no mínimo constrangedor ao afirmar que “…conversamos com o atacante Jô sobre a utilização das chuteiras na partida diante do Bahia, neste domingo (20). O atleta foi advertido, multado e não utilizará mais, seja em treinamentos ou em jogos.”
No intervalo da partida as redes sociais dos torcedores do rival do Verdão já estavam inconsoladas e revoltosas com a opção cromática do atacante. Entretanto, o que era inusitado ficou mais esquisito ainda quando Jô deu uma explicação duvidosa sobre sua chuteira, ao afirmar que a cor da `chanca` é “azul turquesa”, porém, o jogador não deixou de pedir desculpas.
Achei que nada iria superar o mico do brinco do Patrick de Paula hoje.
Aí vem o Jô com a sua possante chuteira verde.
Gambá nunca deixa a gente na mão.
— Tulio (@Tulmag) June 21, 2021
“ FICA RESOLVIDO QUE O JOGADOR JÔ DEVOLVERÁ AOS COFRES DO CURINTIA A QUANTIA DE 20.000 REAIS, EM ‘FORMA DE MULTA’ POR TER JOGADO COM CHUTEIRA DAQUELA COR”
( Duílio )
Obs: “DAÍ NÓIS PAGA AS MARMITA”
( ANDRÉS )#VAICUrintia
— Dr.ⓟalmeirense (@drmarciobr) June 21, 2021
Nota de esclarecimento do Jô. Segundo o atacante, a chuteira é “azul turquesa”… �� pic.twitter.com/WxO7At3yT4
— Celso Ardengh (@CelsoArdengh) June 20, 2021
A pessoa que julgou a chuteira verde do Jô dentro do Corinthians pic.twitter.com/ESm9Z30uwF
— Erlan Jesus ������ (@ErlanJesus7) June 20, 2021
Não é a primeira vez que Jô se envolve em uma polêmica por supostamente usar verde. Já havia acontecido no ano passado, no retorno do atacante ao Corinthians, quando ele foi questionado sobre a cor dos tênis que usou em um treino. Na época, ele argumentou que os tênis eram neon.





