Paulo Henrique Ganso ficou de fora da reta final do Brasileirão por conta de uma cirurgia de apendicite em que precisou ser submetido, logo no começo do ano. Com isso, o jogador não esteve presente justamente no período em que o Flu brigou bravamente para conquistar uma das vagas na Libertadores.
O meio-campista praticamente não falou durante o período em que trabalhava em sua recuperação. Nesta quinta-feira(4), Ganso concedeu entrevista para o programa “Boteco Tricolor”, da FluTV, durante a conversa, comentou sobre como foi acompanhar o Flu sem estar nos gramados:
“Apesar do susto que eu tive, agora estou 100% para voltar a jogar, a ajudar o Fluminense. E o mais importante é que eu estava também na torcida pela equipe para a gente conseguir a vaga para a Libertadores. E a gente conseguiu. Ficar de fora, como torcedor, eu acabei sentindo o que eles sentem. Sofrendo com o time, tentando empurrar o time para o ataque… Acho que a vida de torcedor não é fácil (risos)”, declarou.
A projeção da comissão técnica Tricolor para Ganso é aproveitá-lo no time alternativo que disputa este primeiro momento do Campeonato Carioca, desta maneira, o jogador pode pegar ritmo de jogo e retomar o condicionamento físico. O grupo principal segue na preparação para jogar a Libertadores. A previsão é que o camisa 10 das Laranjeiras estreie contra a Portuguesa, no próximo domingo, no Maracanã. “2021 já começou firme e forte para a gente. Se tiver a Pré (Libertadores), a gente vai estar preparado; se for a fase de grupos, também vamos estar preparados. Que seja um ano espetacular para o Fluminense”, profetizou.

O técnico Roger Machado tem planos específicos para Ganso, e deposita confiança no jogador, para desempenhar importante missão. O técnico comentou em entrevista para a Flu Tv:
“Quando falei dos jogadores experientes, fiz questão de nominar o Paulo Henrique porque entendo que a principal base de avaliação de jogador de futebol é o talento para desempenhar dentro de campo. Tenho planificações táticas e posso usá-lo em uma ou outra posição. O Paulo sempre jogou no meio, atrás do centroavante, com o Diniz jogou mais baixo no campo para construir. Todo treinador deseja atletas para adaptar estruturas diferentes”, afirmou o treinador em entrevista à Flu TV.
O treinador conclui falando sobre o trabalho de integração entre seus jogadores: “A mistura dos mais experientes com jovens é muito importante. Essa juventude que vai nos dar suporte para os jogadores mais experientes oferecerem o que têm de melhor, e vice-versa. O talento do Paulo Henrique vai ser muito útil”.





