O Cruzeiro se repaginou. A equipe atual, que começa a jornada de 2021, está bem diferente da que terminou a temporada 2020. Novos rostos, novo comando, nova postura. Isso implica em mudanças no tabuleiro de peças do elenco. Quem pouco atuou, ou não se adaptou na Raposa 2020, ganha nova oportunidade de compor a história da reconstrução que o clube se propôs para o atual ano.
É o caso de Claudinho.Sem espaço no Cruzeiro do ano passado, em que pouco foi utilizado, o meia já recebe outro tipo de olhar do técnico Felipe Conceição. Nos dois jogos do Time Celeste pelo Campeonato Mineiro, o jogador foi acionado duas vezes pelo treinador. No duelo contra o Uberlândia, substituiu Matheus Barbosa. No jogo contra a Caldense, aumentou o tempo de atuação, nos 55 minutos em que esteve no gramado, foi capaz de apoiar a marcação e criar algumas jogadas.
O jogador tem como foco de seu trabalho, passar a segurança a Felipe Conceição, e manter-se nos planos de escalação. Algo que não ocorreu com os últimos treinadores que passaram pela Toca. Com Enderson, teve oportunidades apenas no começo do Mineiro de 2020, já se ofuscando no princípio da caminhada na Série B. Ney Franco só utilizou uma vez. Com Felipão, teve duas oportunidades, mas depois ficou mais de dois meses sem atuar, com partidas em que não foi ao menos relacionado.
Gol trabalhado de pé em pé, sem afobação, faltando cinco minutos pra acabar. Isso tudo com 15 dias de treinamento só. Claudinho tocou e abriu espaço pro Sobis encontrar a Cáceres. Golaço! pic.twitter.com/VRXNHfqLQe
— mineiro �� (@Mtcsouza) February 27, 2021
Claudinho tem como principal característica de seu futebol, o posicionamento como um meia que joga centralizado. No Cruzeiro, deve disputar posição com Marcinho, que desempenha essa mesma função. Se não estivesse fora da projeção de Conceição para o plantel Celeste, Giovanni Piccolomo também entraria na briga por uma vaga em tal setor. Mas Marco Antônio entrará nessa disputa, após trabalho de fortalecimento que realiza





