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Brazil v China PR: Women

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Chegou a vez das mulheres usarem o futebol como instrumento de empoderamento feminino

Após a Copa do Mundo, realizada na França, chegou a vez deles darem o brilho que faltava dentro do campo

Bolavip

Brazil v China PR: Women

Brazil v China PR: Women (Foto: 2016 FIFA, FIFA)

O futebol feminino é rentável. Isso pode ser constatado ao olhar para o modelo europeu e também o americano. Como as propostas da UEFA não surtiram efeito nos clubes da Europa, também foram fundamentais para que os discos pudessem ser quebrados. O mercado investidor? Esse ficou maluco. Geração de concorrência para quem lucra mais com a Liga dos Campeões. No masculino: a Adidas. No feminino: a Nike. 

Megan Rapinoe, jogadora dos EUA, atendendo a torcida durante o treino da seleção

A Liga dos Campeões também transparece que o desenvolvimento da modalidade não está restrito somente aos países que começaram a se importar de verdade com a categoria. Podemos citar a Alemanha e a Suécia como exemplos de países pioneiros no incentivo ao futebol feminino. Atualmente Inglaterra, Itália e Estados Unidos também estão na elite entre as mulheres.

Para as empresas é essencial investir nesse segmento não só pelo retorno sobre investimento a médio e longo prazo. As marcas que estão se envolvendo com o futebol feminino ganham autoridade com esse posicionamento e conquistam a confiança dos seus clientes - é a influência do marketing para engajar o futebol feminino.

Uma modalidade não precisa de meninas superpoderosas. É necessário que as mulheres saiam das telas de discurso e passem para um confronto ainda mais quem lhes impede de avançar - temos exemplos vivos dentro de campo e agora, para ele. O futebol também é delas. O lugar das mulheres é onde elas querem estar. 

Temas:

  • futebol feminino
  • Futebol Feminino
  • Empoderamento
  • Mulheres no topo

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