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Futebol Brasileiro

Athletico vai à "esfera maior" e exige indenização do Coritiba por danos morais em clássico; "Torcida humana" não passa ilesa

O Furacão decidiu tomar uma medida drástica contra o rival Coritiba; clube alega danos morais e materiais

Athletico processa Coritiba em R$ 140 mil por danos morais
Athletico processa Coritiba em R$ 140 mil por danos morais

A rivalidade entre Athletico e Coritiba vai muito além das quatro linhas. A polêmica campanha do Coxa-Branca deu o que falar e fez com que o Rubro-Negro entrasse com um processo na Justiça contra o rival. Nos clássicos realizados no ano passado, o Alviverde decidiu realizar um protesto contra a torcida única, estampando a frase “Torcida humana: ideia pathetica” nas camisas. A informação foi publicada pela jornalista Monique Silva no GloboEsporte.com.

Além da frase que trazia os dizeres nas costas, o clube também decidiu adicionar o trecho “Torcida humana: mais uma falácia” na parte da frente do uniforme. A manifestação se deu por conta do ato que vetava torcedores de vestirem camisas dos times adversários, além de excluir o setor específico reservado na Arena da Baixada.

Samir Namur assumiu o Coritiba no ínicio de 2018. (Foto: Divulgação)

Na ação, o Athletico solicita R$ 104.500,00 de indenização por danos morais e R$ 35.385,28 por danos materiais, um total de R$ 139.885,28. O valor da indenização moral, se ganho, será destinado à entidades beneficentes. O clube afirma que a Arena da Baixada teria sofrido um enorme prejuízo material após um ato de vandalismo na final do Campeonato Paranaense de 2019.

Os mandatários não escapam da polêmica. O Furacão também processa o presidente do Coritiba, Samir Namur, pelas entrevistas concedidas antes da partida. Namur comparou as ações do rival com ideias do regime fascista em ditaduras. O Athletico encarou a declaração como ofensiva e desrespeitosa.

“Essa expressão ‘torcida humana’, para o Coritiba, é uma falácia! O que tem de humano você segregar alguém pela cor de sua camisa e pelo time que torce? Tem algo, sim, de fascismo. É nas ditaduras fascistas que alguém não pode usar determinada cor, declarou Namur antes do clássico do dia 30 de janeiro de 2019.

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