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"A porta da rua é serventia da casa"; Cereto faz coro por saída de Honda e agita torcida do Botafogo

Chegando com grande destaque, o meia ainda não conseguiu despontar e gera questionamentos da imprensa. Cereto, comentarista dos canais SporTV, pediu a saída do japonês e citou que o clube poderia ter buscado outros nomes para alavancar o elenco

Cereto criticou bastante o meia. Reprodução
Cereto criticou bastante o meia. Reprodução

Com um bom investimento durante a temporada, o Botafogo acaba decepcionando e crescem as chances de um rebaixamento para a segunda divisão. Muitos atletas no início taxados como destaques, agora não conseguem render e sobram críticas à diretoria, que acumula erros na montagem do elenco principal.

Um dos astros visto com grande carinho é Honda, que possui grandes atuações no futebol europeu, mas que ainda não conseguiu render o esperado pela torcida. Experiente, o meia tem um papel de líder, mas parece ter sentido a adaptação no futebol brasileiro e já começam os questionamentos da imprensa.

No programaSeleção SporTV,Carlos Cereto listou alguns problemas do time carioca e um dos apontados pela má fase foi o japonês, que chegou tratado como estrela. De acordo com o comentarista, a diretoria alvinegra já deveria pensar na saída do atleta e relembrou o episódio que o jogador ameaçou sair.

“Está faltando personalidade, técnica, condição física.Botafogo deveria aproveitar e dizer a porta da rua é serventia da casa. Honda não tuitou que queria ir embora? Ali o Botafogo deveria ter aproveitado. Foi uma contratação totalmente equivocada, assim como oKalou. Sobretudo para time que não tem dinheiro para contratar e deixar salário em dia”, analisou.

Em outro ponto, o jornalista acredita que o clube deveria ter apostado em outros nomes para ter um time mais competitivo:“O Botafogo argumentava que precisava contratar para chamar público, vender camisa e pelo projeto do clube-empresa. Deveria ter investido em outros jogadores para ter time mais competitivo, nota 6,0, e se manter na Primeira Divisão. Era melhor que gastar em tantos treinadores, foram cinco”, completou.

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