O mercado da bola do futebol brasileiro seguem agitados em meio ao início da temporada de 2023. Um dos clubes que agitou os bastidores foi o Bahia, que vendeu os direitos de sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao Grupo City. A chegada de um jovem ao time baiano influenciou diretamente em um negócio realizado pelo Grêmio.

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Nos últimos dias, o Bahia anunciou a contratação de Diego Rosa, meia criado nas categorias de base do Tricolor. O meio-campista, de 20 anos, que foi negociado pelo Grêmio com o Grupo City, retornou em definitivo ao Brasil e o modelo de negociação pegou a diretoria gaúcha de surpresa, com a real possibilidade de perder um bônus esperado para o futuro.
De acordo com o jornalista Eduardo Gabardo, no portal GaúchaZH, Diego Rosa não foi emprestado, mas sim vendido ao Bahia e assinou contrato até 2027. A tratativa vai na “contramão” de negócios realizados normalmente pelo Grupo City, que cede seus atletas de olho em evolução técnica e utilização no futuro.

Rodrigo Fatturi / Grêmio / Divulgação – Diego Rosa: meia é cria da base do Grêmio
A venda impacta diretamente no Grêmio. Depois de negociar Diego Rosa por 6 milhões de euros, o Clube Gaúcho esperava lucrar outros 4 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões) com a inscrição do meio-campista na Premier League. No entanto, o Grupo City entende que a cláusula está extinta, visto que o jogador foi negociado em definitivo.
Na visão dos ingleses, mesmo que Diego Rosa retorne para o Manchester City e seja inscrito no Campeonato Inglês, o valor não deve ser pago ao Grêmio. O Tricolor poderá discutir a situação futuramente caso tiver uma interpretação diferente. Com a indicação do City, os gaúchos só devem faturar por conta do mecanismo de solidariedade da FIFA.








