Fluminense e Flamengo decidem o título do Campeonato Carioca neste domingo (8), às 18h (de Brasília), no Maracanã. No lado tricolor, o venezuelano Savarino surge como um dos personagens da decisão.

O atacante tem bom histórico diante do Fla ao longo da carreira. Ao todo, Savarino soma 11 partidas contra o rival carioca, com números equilibrados: cinco vitórias, cinco derrotas e um empate. Além disso, marcou três gols e deu quatro assistências quando defendia Atlético-MG e Botafogo.
Agora vestindo a camisa do Fluminense, o venezuelano terá seu primeiro clássico Fla-Flu: “Estamos nos preparando desde o jogo contra o Vasco. Estou trabalhando muitas coisas com o professor (Zubeldía). Vai ser um jogo muito difícil, como sempre foi contra o Flamengo. Temos que ser contundentes”, disse ao Globo Esporte.
Experiência contra o rival aumenta confiança para a decisão
“Já enfrentei o Flamengo por outros clubes, sei que é um jogo muito especial. Lembro de jogos que ganhei contra o Flamengo, gols que fiz e assistências que dei. Espero que possamos ganhar essa final para conquistar o primeiro título do ano”, afirmou.
Mesmo acostumado a decisões estaduais, o venezuelano ainda busca um troféu no Rio de Janeiro. Pelo Atlético-MG, conquistou três Campeonatos Mineiros. Já no Botafogo, durante duas temporadas, não chegou a disputar a final do Campeonato Carioca.
“Sempre vai ser muito importante para mim conquistar títulos. Tenho a oportunidade de conquistar o meu primeiro Campeonato Carioca. Estou me preparando da melhor maneira com o grupo e espero conquistar o título no domingo”, declarou.

Savarino marcou seu primeiro gol pelo Fluminense na partida contra o Bangu. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Adaptação no Fluminense conta com ajuda de estrangeiros
Desde que chegou ao Fluminense, Savarino conta com apoio dentro do elenco para acelerar sua adaptação. O Tricolor possui vários jogadores estrangeiros no grupo, o que facilita a integração do venezuelano no dia a dia.

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“Isso é bom para se adaptar mais rápido. Sou um cara que não fica pensando muito na adaptação para não me cobrar demais. É sempre bom ter gringos que ajudam nesse processo”, explicou o atacante.








