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Renato Portaluppi é sincero sobre chegada ao Flamengo e revela situação lamentável de Michael: “Estava em depressão”

O treinador não revelou o nome do técnico que teria destruído a confiança do atacante no Rubro-Negro

Renato Portaluppi ajudou Michael em chegada ao Fla

Michael é um dos principais nomes do ataque do Flamengo. Porém, nem sempre foi assim. Em sua primeira passagem pelo Rubro-Negro, o atacante teve dificuldades em se adaptar.

Michael em partida pelo Flamengo
© Fernando MorenoMichael em partida pelo Flamengo

No primeiro ano em que esteve no time, o jogador, que está lesionado, não tinha muito espaço entre os titulares e chegou a ser ‘humilhado’ por um antigo treinador da equipe carioca.

Quem revelou mais detalhes sobre a situação foi o técnico Renato Portaluppi, que deu mais detalhes sobre a situação do atacante antes de sua chegada ao Flamengo.

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Ex-treinador revela denúncia do atacante

Durante a sua entrevista para o Charla Podcast, Renato foi sincero sobre a situação do atacante. “Eu não vou falar o nome do treinador, mas ele (Michael) me falou. O treinador fala assim para ele: ‘Cara, é muito burro! Você não pode estar nesse grupo do Flamengo, você não consegue pensar, Você não pode estar aqui!'”, contou.

Portaluppi destacou o suporte que deu ao atleta. “Quando eu cheguei no Flamengo, eu ajudei e recuperei ele. Ele jogou muito! Eu tentei levar ele para o Grêmio, mas aí gritou o poder aquisitivo”, contou o ex-treinador do Flamengo.

Michael deve ser um dos atacantes do Flamengo no clássico. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Michael é destaque no Flamengo em 2025. Thiago Ribeiro/AGIF.

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Michael passou por momento complicado

Renato destacou que Michael estava em depressão na época. “Tudo é você conversar com o jogador, passar para ele a experiência, confiança, passar tudo. Se você colocar o cara para baixo, em qualquer empresa, você não vai ter o cara”, disse.

Michael tem lesão confirmada na coxa e vai desfalcar o Flamengo neste início de temporada

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“Tem que jogar o cara para cima! É o que eu faço com os meus jogadores. É tentar recuperar os caras. Hoje eu não tenho um inimigo no futebol. Ele é grato. Estava na Arábia, sempre me agradeceu por tudo. Eu ajudei, mas deu certo porque tinha talento”, finalizou.

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