Novak Djokovic ainda não sabe se poderá disputar o último Grand Slam da temporada, o US Open. Como não se vacinou contra Covid-19, o sérvio não consegue entrar nos Estados Unidos, o que impede a sua participação no torneio de Nova York. No entanto, o tenista ainda continua com expectativas de que a situação possa ser revertida para jogar o slam.
“[…] Eu nunca entraria em um país onde não tivesse permissão para viajar. Eu adoraria voltar para a Austrália, amo a Austrália e tive meus melhores resultados de Grand Slam naquele país. Espero que eu possa estar lá em janeiro. Também quero estar em Nova York e em todos os lugares que eu puder jogar”, disse Djokovic em entrevista publicada pela Reuters, relembrando o imbróglio vivido na Austrália no começo do ano, onde saiu deportado do país e não competiu no Australian Open.
���� Novak Djokovic:
“I understand that being unvaccinated today, I’m unable to travel to most of the tournaments… that is the price I’m willing to pay.
The principles of decision making on my body are more important than any title, or anything else.”https://t.co/Jbm5hkWH9g pic.twitter.com/ZdNGSxS3Bd— Efrat Fenigson (@efenigson) July 10, 2022
Por enquanto, o governo norte-americano exige que os estrangeiros devem entrar no país somente se estiveremvacinados contra Covid-19. Após vencer Wimbledon no último domingo (10), o sérvio confirmou que não irá tomar o imunizante, dependendo de uma exceção especial das autoridades ou do relaxamento das medidas para disputar o US Open.
‘It’s Ridiculous’ – John Isner Joins the Growing Wave of Support for Novak Djokovic Over His US Open Ban https://t.co/ERGhZs2uiv via @es_sportsnews
— C Kristjánsdóttir ●�� (@CristinaNcl) July 13, 2022
“Sou um tenista profissional, não entro na política nem em qualquer outra coisa porque isso não me interessa. Tenho minha postura e sou defensor da liberdade de escolher o que é melhor para mim. Respeito tudo e todos, e espero que as pessoas pelo menos respeitem minha decisão. Se eu tiver permissão, estarei lá. Caso contrário, não estarei lá e não é o fim do mundo”, completou Novak.





