O Corinthians volta aos gramados neste domingo (11), para encarar a Ponte Preta, na primeira rodada do Campeonato Paulista. Entretanto, o Coringão não deve contar com a presença do meio-campista José Martínez, que enfrenta problema burocrático na Venezuela.

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O volante está em seu país natal aguardando a remissão de seu passaporte e o Timão não deixou a situação no vácuo e encaminhou uma série de atividades para que José Martínez realize treinos de carga física, para que ele execute à distância. A informação é do Uol Esporte.
No entanto, segundo apuração do jornalista Fábio Lázaro, a situação acabou gerando um problema, pois o Clube não está conseguindo monitorar, bem como apoiar o atleta com suporte necessário neste tipo de trabalho inusitado.
A situação é complicada e também aponta uma barreira que está prejudicando o avanço físico de Martínez. Como não há previsão de quanto tempo vai demorar o afastamento, o planejamento tem sido bastante afetado. Não saber quando sairá o novo passaporte, problema que se junta ao problema político que a Venezuela enfrenta.
O que está pegando com o volante venezuelano do Timão?
“Os departamentos físico e de performance do Corinthians entendem que será necessário reavaliar o atleta quando ele regressar ao Brasil para, então, traçar um novo plano de recondicionamento de acordo com o período em que ele ficou afastado do restante do elenco”, revelou o jornalista Fábio Lázaro.

José Martínez em ação pelo Timão – Foto: Anderson Romao/AGIF
Durante o segundo semestre do ano passado, o Corinthians identificou a necessidade de José Martínez providenciar uma nova emissão do passaporte venezuelano.
Entenda o problema do passaporte de Martínez
No apagar das luzes do ano passado, o Corinthians percebeu que havia um detalhe burocrático longe de ser irrelevante no caminho de José Martínez: o passaporte venezuelano vencido. Sem a renovação do documento, o meio-campista ficaria impedido de cruzar fronteiras oficiais do futebol e, por consequência, de disputar torneios fora do país.

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O clube até tentou antecipar o problema ainda em 2025, recorrendo às representações diplomáticas da Venezuela em São Paulo e em Brasília. Esbarrou, porém, na realidade dos carimbos e dos prazos: a previsão de até meio ano para a emissão tornava inviável qualquer esperança de regularização a tempo da largada da temporada. No futebol, como se sabe, o calendário não espera — e a burocracia, menos ainda.








