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Anthony Hopkins sobre diagnóstico de Síndrome de Asperger: "Não me sinto diferente"

Anthony Hopkins falou em entrevista sobre seu diagnóstico de Síndrome de Asperger, descoberto já na terceira idade, e sobre o Oscar que ganhou neste ano.

(L-R) Actor Anthony Hopkins, Colin Callender, executive director, and Richard Eyre, director, speak onstage during The Dresser panel as part of the Starz portion of This is Cable 2016 Television Critics Association Winter Tour at Langham Hotel on January 8, 2016 in Pasadena, California.-Not Released (NR)
© 2016 Getty Images, Getty Images North America(L-R) Actor Anthony Hopkins, Colin Callender, executive director, and Richard Eyre, director, speak onstage during The Dresser panel as part of the Starz portion of This is Cable 2016 Television Critics Association Winter Tour at Langham Hotel on January 8, 2016 in Pasadena, California.-Not Released (NR)

Anthony Hopkins deu uma entrevista à “GQ Magazine” onde falou sobre o Oscar de Melhor Ator que recebeu neste ano por seu trabalho em “Meu Pai”, e também sobre o diagnóstico de Síndrome de Asperger que recebeu quando já estava na terceira idade.

“Na verdade, não acredito nisso. Não me sinto diferente. Talvez eu esteja errado. Talvez eu seja ignorante. Eles chamam de neurodiversidade. É um rótulo chique”, afirmou o astro de 83 anos, diagnosticado com um grau leve da doença.

Hopkins afirmou que se sente muito focado, mas não crê que seja sintoma de alguma doença. “É o meu comportamento. Acho que arruinamos o sistema humano classificando tudo”, destacou o ator, que também disse o que acha da raça humana.

Temos um cérebro maravilhoso, mas destruímos metade do planeta, então não somos tão espertos.

A respeito do Oscar que recebeu na cerimônia deste ano, de forma surpreendente, ele afirmou que ficou lisonjeado, mas fez uma criticou as premiações. “Sim, é divertido, mas no final nada importa, começou ele.

“Eu estava dormindo quando o Oscar foi anunciado. Prêmio são divertidos. Mas no final é tudo sem sentido. E as enfermeiras, os cirurgiões e os médicos dos hospitais e os cuidadores? Onde estão os prêmios deles? Eles salvaram vidas. É aí que está minha raiva agora”, explicou.

Na época, ele não compareceu na cerimônia por receio de contrair o novo coronavírus, mas no dia seguinte gravou uma mensagem para a Academia e para o público. “Eu realmente não esperava por isso, então me sinto muito privilegiado e honrado. Obrigado”, disse ele na ocasião.

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