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Atlético-MG

Lyanco, do Atlético-MG, revela 'drama' sério extracampo: "Preciso ir para o hospital, vou cair duro"

Zagueiro, durante entrevista dada ao Globo Esporte, detalhou toda a situação vivida quando estava no Al-Gharafa, do Catar

Defensor faz grande temporada - Foto: Gilson Lobo/AGIF.
© Gilson Lobo/AGIFDefensor faz grande temporada - Foto: Gilson Lobo/AGIF.

Entrevista de Lyanco, do Atlético-MG:

Um dos principais jogadores do elenco atual do Atlético-MG nessa temporada é Lyanco, considerado titular absoluto no setor defensivo, o zagueiro vem fazendo valer o investimento dos mineiros para tê-lo em definitivo.

Na época, o Galo pagou R$ 18 milhões por 50% dos direitos. A questão é que antes de chegar em BH, o defensor viveu momentos complicadíssimos extracampo, com síndrome do pânico e ansiedade, algo que foi revelado em detalhes.

Drama sério extracampo:

“Era madrugada, às vezes, à noite, eu sentava na cama: “Vou morrer, amanhã não vou ver meus filhos”. Foram momentos difíceis. Você se sente mal. Sabe quando você está em algum lugar e fala: “Nossa, você tá começando a ficar ruim, você está estranho”. Aquilo ali vai te consumindo de uma forma: “Meu Deus, preciso ir para o hospital, vou cair duro e morrer, relatou o zagueiro ao ge.

Vale lembrar que o brasileiro pertencia ao Southampton, da Inglaterra, mas acabou emprestado ao Al-Gharafa, do Catar. Essas “crises” acima citadas aconteciam do nada, sem nenhuma explicação:

“Os meus sintomas eram tontura, falta de ar, que você começa a respirar mais ofegante, dá aquela sensação, às vezes, você nem estava com falta de ar, mas (imitando puxando ar) puxava. Tremia muito, mão, corpo, eu dormia tremendo, peito. Dormia assim. Até você entender que era o mental, meu Deus, para mim, essa tremedeira era um problema sério de saúde, questões físicas”, acrescentou.

Lyanco passou por momentos complicados - Foto: Alessandra Torres/AGIF.

Lyanco passou por momentos complicados – Foto: Alessandra Torres/AGIF.

Por conta disso, fez inúmeros exames:

“Quando cheguei: “Caraca, realmente é isso, então”, foi quando fui ao hospital não sei quantas vezes, fazer todo tipo de exame, porque eu achava que tinha alguma coisa. Fui ao cardiologista, pneumologista, neurologista. Fiz exame de sangue, de tudo. Eu achava que estava com tudo. Quando vi os exames: “Realmente, é a questão do pânico, da ansiedade”, revelou.

“Um período longo até chegar a essa conclusão. E até depois: “Caraca, os exames estão todo certos. Médico não achou isso, eu estou com alguma coisa, é impossível. O médico que fui não sabe de nada”. Foi aí que entendi que estava passando por isso. Vi que minha saúde (física) estava bem e era um problema mental, completou.

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