A Seleção Brasileira entrou em ano de Copa do Mundo já pensando no futuro. Além das preparações envolvendo o Mundial que será disputado na América do Norte, a renovação contratual de Carlo Ancelotti faz parte da pauta da CBF, que deve anunciar a permanência do treinador com vínculo até 2030.Neste contexto, o presidente da entidade, Samir Xaud, abordou a proximidade do acerto, bem como o trabalho notável realizado pelo técnico italiano.

Xaud aposta em um longo período de ‘era Ancelotti: “O diálogo já está acontecendo, as duas partes têm interesse. Estamos nos ajustes burocráticos para darmos continuidade a este trabalho. É muito importante para o futebol brasileiro como um todo, sempre disse que acredito no trabalho a médio e longo prazo”.
O presidente da CBF enalteceu Ancelotti: “Ele já provou isso em pouco tempo, a sua qualidade e competência como treinador e pessoa. Caiu como uma luva na seleção brasileira. Queremos que continue e que tenha mais tempo com a seleção. Estaremos anunciando logo mais”, completou.
O vínculo de Carlo Ancelotti com a CBF tem data de validade clara: expira com o apito final da Copa do Mundo. Firmado em maio do ano passado, o acordo ganhou corpo em junho, quando o treinador assumiu a Seleção e, sem sobressaltos, carimbou o passaporte brasileiro para mais um Mundial — quase um protocolo histórico.
Seleção de Ancelotti em contagem regressiva para a Copa do Mundo
Agora, o italiano de sobrancelha arqueada e currículo irretocável dedica-se à última etapa da missão: preparar o Brasil para a Copa deste ano. Pelo roteiro, dois amistosos de peso em março, contra Croácia e França, e ao menos mais um teste antes do desembarque nos Estados Unidos, base da Seleção durante toda a primeira fase.
No Grupo C, o Brasil dividirá o palco com Marrocos, Haiti e Escócia — adversários distintos entre si, mas todos à espera do mesmo personagem central: o Brasil, sempre cobrado a ser mais do que apenas favorito.
Concorrência acirrada para vaga entre os titulares
Contudo, bastidores à parte, o que chama atenção é a disputa acirrada para as últimas vagas na Seleção de Ancelotti. A concorrência, vai além da convocação e também se estende a quem terá lugar entre os titulares do time canarinho, como bem detalhou recente matéria do Bolavip Brasil.