O técnico Carlo Ancelotti, atual comandante da Seleção Brasileira, voltou a ganhar destaque na imprensa europeia, desta vez, fora dos gramados.

Conhecido no continente onde construiu carreira vitoriosa como treinador, o italiano teve uma atitude bastante comentada ao marcar presença no Carnaval do Rio de Janeiro. Após compromissos em Salvador e São Paulo, Ancelotti esteve na noite deste domingo (15) na Marquês de Sapucaí para acompanhar o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial.
A presença do treinador na principal passarela do samba do país repercutiu nas redes sociais e em veículos europeus, que destacaram a aproximação do técnico com a cultura brasileira.
Reencontro com Ronaldo chama atenção
Um dos momentos mais comentados foi o encontro entre Ancelotti e Ronaldo Nazário. Os dois trabalharam juntos no AC Milan e se reencontraram em um dos camarotes da Sapucaí.
Publicações europeias destacaram imagens do treinador conversando com Ronaldo e até tomando cerveja durante o evento. Um dos comentários traduzidos nas redes sociais dizia:
“Oito anos depois de jogarem juntos no Milan, eles se reencontram no Carnaval brasileiro. Carlo Ancelotti e Ronaldo Nazário. Mágico.”
Outro perfil europeu também publicou:
“Ancelotti tomando uma cerveja e falando com Ronaldo no camarote. Que momento essa sequência do Carnaval.”
A cena chamou atenção principalmente por contrastar com a imagem tradicionalmente associada ao treinador, muitas vezes descrito como mais reservado.
Experiência na Sapucaí
Durante a noite, Ancelotti permaneceu a maior parte do tempo no camarote da Confederação Brasileira de Futebol, onde esteve acompanhado do presidente Samir Xaud e do diretor de Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, além de outros dirigentes.
Sorridente e solícito, o técnico tirou fotos com convidados e conversou com diversas personalidades. Em outro momento, também visitou o camarote de uma marca de bebidas, onde voltou a encontrar Ronaldo, bicampeão mundial com o Brasil.
A participação ativa no evento foi vista por parte da imprensa europeia como um gesto de integração ao país que agora comanda dentro de campo, reforçando a imagem de um treinador disposto a mergulhar na cultura brasileira enquanto inicia seu trabalho à frente da Seleção.