A Confederação Brasileira de Futebol negou, mas as especulações dão conta de que Carlos Ancelotti tenha chegado a um acordo com a CBF para comandar a Seleção Brasileira a partir de julho deste ano com vinculo estabelecido até o fim da Copa do Mundo 2026. Mesmo que Ancelotti não se confirme no comando da equipe canarinho, o mais provável é que um europeu assuma o papel de técnico do Brasil.
Em entrevista exclusiva ao Goal, da Espanha, o atacante Rodrygo que é liderado por Ancelotti no Real Madrid, afirmou que ficaria contente se o italiano assumisse o comando da Seleção Brasileira. “Vi que estão falando disso, mas depois desmentiram. Não sei o que está acontecendo, não falei com ele (Ancelotti) sobre isso, mas se ele for para a Seleção vou ficar muito contente. Nunca houve um treinador estrangeiro na Seleção, seria uma coisa nova e seria muito bom porque é um treinador muito bom”, afirmou Rodrygo.
Vale destacar que durante coletiva na ultima terça-feira (14), Ancelotti que já havia dito não ter conhecimento da espera da CBF, voltou a falar sobre as especulações que o relacionam a Seleção Brasileira e revelou que os jogadores brasileiros do Real Madrid brincam com a situação. “Eles fazem piadas, não me perguntam sobre isso. Eles dão risada disso, mas não conversamos sobre. Nós somos amigos, então eles riem, fazem piadas. Mas a realidade é diferente. Como eu disse, meu contrato vai até 2024”, contou Ancelotti.
Durante a entrevista ao Goal, Rodrygo também comentou a falha na disputa de pênaltis contra a Croácia que culminou na eliminação do Brasil na Copa do Mundo do Catar, vale destacar que esta foi a primeira Copa disputada pelo jovem atacante. “Eu tento não pensar nisso, mas é impossível. É um pouco triste, porque eu vinha fazendo um ótimo Mundial, vinha jogando bem e aí um pênalti muda tudo. Mas, claro, tenho que seguir fazendo as coisas bem feito, não ficar pensando nisso, porque eu sei que logo voltarei a bater pênaltis. É uma coisa que faço bem e sei que vão necessitar de mim e tenho que estar pronto. Sempre vou assumir a responsabilidade, como foi na Copa. Quando perguntaram quem queria bater, eu estava lá e sempre vou estar. Nunca vou fugir da minha responsabilidade”, declarou.





