O São Paulo cravou o título da Copa do Brasil e completou sua galeria de troféus, se transformando em campeão de tudo o que é possível para uma equipe brasileira. Entretanto, um dos protagonista da inédita conquista para o Tricolor ainda segue com a situação indefinida no Clube da Fé. Trata-se de Lucas Moura, que tem contrato apenas até o dezembro e pode deixar o Morumbi com o final da temporada.

Foto: Marcello Zambrana/AGIF
© Marcello Zambrana/AGIFFoto: Marcello Zambrana/AGIF

Porém, segundo o jornalista Eduardo Deconto, o São Paulo tem o plano traçado para bancar a permanência do ídolo. Na mesa de negociação, a direção deve oferecer um contrato por mais três temporadas a Lucas Moura. A diretoria acredita que o título da Copa do Brasil ajuda muito na permanência. Contudo, o São Paulo trabalha para definir a situação do e já lançou conversas para estender a permanência do meia-atacante de 31 anos.

Neste contexto, uma pesada voz dos bastidores do Soberano detalhou como tal empreitada tem sido tocada no Morumbi. O coordenador técnico, Muricy Ramalho, em entrevista ao programa Tricolaços, explicou os trunfos e dificuldades que estão na mesa. “Eles já estão conversando há algum tempo. A negociação não é fácil. Essa vitória pode ser que nos ajude bastante. O que falta é só o Lucas falar que sim porque a gente está prontinho pra fazer o melhor pra ele ficar. Não adianta trazer quantidade, tem que trazer o cara que faz a diferença”, revelou Muricy.

Acredita que Lucas Moura vai permanecer no Tricolor?

Acredita que Lucas Moura vai permanecer no Tricolor?

Sim. Ele este envolvido, não vai resistir
Não tenho muita certeza, é um craque que chama atenção da Europa

164 PESSOAS JÁ VOTARAM

O coordenador também revelou o que definiu o retorno de Lucas: “Estava complicado o tempo de contrato. Falamos para ele pelo menos quatro meses, pra ajudar a gente na Copa do Brasil. E aí ele falou que dava pra conversar. E não deu outra. Ele tem a camisa. Ele estava no Tottenham, mas a camisa continuava lá. Ele ama esse lugar e nós sabíamos que era fundamental, que ele fazia a diferença”.