No último domingo (5), o São Paulo venceu o Santo André, por 1 a 0, no Estádio Bruno José Daniel. Com isso, o Tricolor Paulista se manteve na liderança do Grupo B do Campeonato Paulista, chegando aos dez pontos, com três vitórias, dois empates e apenas uma derrota, na frente do Água Santa, com oito, Mirassol, com cinco, e Guarani, com apenas quatro pontos.
O autor do gol do Tricolor Paulista foi o zagueiro argentino Alan Franco, no fim do jogo, aos 46 minutos do segundo tempo. Porém, um dos reforços da diretoria para essa temporada não vem agradando como se esperava nestes primeiros jogos. Alguns torcedores acreditam que ele pode evoluir, mas vem observando uma característica que tem prejudicado muito seu rendimento.
Pelo Twitter, alguns adeptos do Tricolor citaram que o jogador de 26 anos acaba sendo ingênuo em certos lances, fazendo com que acabe perdendo disputas para alguns adversários: “Tem que melhorar com a bola nos pés. Parece ser inocente em vários momentos”, disse um são-paulino. Outro, foi no mesmo caminho e ainda afirmou que não crê que ele tenha sucesso no Soberano: “Quando entregar gol em jogo decisivo cai em desgraça. Não o vejo com grande futuro no São Paulo. É muito inocente”.

O argumento dos torcedores foi reforçado pelo jornalista Bruno Grossi, citando que o zagueiro já falhou duas vezes desde que chegou no Clube Paulista: “Por duas ocasiões, o argentino cometeu falha que parece recorrente em sua carreira: usar mal o corpo para proteger ou para encarar lances ombro a ombro com os atacantes. Já havia sido assim contra o Corinthians, ao perder totalmente a referência na disputa com Róger Guedes no lance que culminou no segundo gol rival. E ontem (domingo, 5) a história só não se repetiu porque Luis Orejuela, tão criticado – e que ainda erra demais – apareceu para salvar dois chutes cara a cara com Rafael ao desviar a bola sutilmente”, afirmou em seu blog.
Ainda assim, o jornalista fez questão de elogiar o defensor, apesar das falhas: “Só que pra ser justo é bom dizer que Alan Franco também tem entregado o que prometia positivamente. Uma saída de bola muito qualificada, com passes rápidos e que ajudam a, minimamente, bagunçar a primeira linha de marcação adversária, é o ápice de seu jogo até aqui. Outra virtude é a coragem pra carregar a bola quando o rival está mais acuado, aproveitando o corredor central e abrindo espaço pros jogadores mais ofensivos”, finalizou.





