O São Paulo fez movimentações na atual janela de transferência que parecem ter satisfeito a torcida. O Clube procurou trazer peças com características pedidas por Rogério Ceni desde a última temporada, além de fechar com nomes consolidados como Jhegson Mendéz, titular do Equador na Copa do Mundo, e Alan Franco, observado pela equipe desde 2021.
No entanto, há um nome ainda que segue sendo assunto – e sonho – dos tricolores: Lucas Moura. O atacante do Tottenham, revelado pelas categorias de base do São Paulo, mantém uma relação de carinho e proximidade com o Clube, sempre deixando claro o desejo de retorno. Sem renovação com o time inglês, a torcida foi em massa nas redes sociais para pedir pelo seu retorno, enquanto o jogador segue sondado pela diretoria.
Na última sexta-feira (13), Rogério Ceni, em entrevista coletiva, foi bem claro ao dizer que os torcedores não deveriam ser iludidos por especulações, e que Lucas não voltaria ao São Paulo ainda, pelos próximos anos. Em contramão do treinador, o presidente Julio Casares, em entrevista concedida ao jornalista André Hernan, não só mostrou otimismo, como revelou que está tudo pronto para repatriar o atacante, basta ele dizer ‘sim’.
“Se acontecer a oportunidade, vamos nos empenhar. Mas temos que esperar o atleta. Primeiro, se ele e a família quiserem vir para o Brasil, é uma decisão muito pessoal, não tenho dúvida que o São Paulo será o primeiro a sentar e conversar. Dentro de uma responsabilidade do que podemos acolher. São Paulo já tem exemplos de trazer jogadores e depois não conseguir dar continuidade no equilíbrio financeiro. Lucas é um jogador que conversei no Natal, falei que estou com a caneta pronta, tudo pronto, desde que sua família queira voltar ao Brasil. Se quiser, o São Paulo será o primeiro a conversar“, disse ao canal do jornalista André Hernan, no Youtube.
E não para por aí. O mandatário ainda revelou que existe um plano de marketing pensado para o retorno de Lucas. “Nós temos um desenho, sim. Fica comigo na área de marketing, mas só vamos colocar em prática se ele disser: estou pronto para discutir a volta ao Brasil. Na cabeça, eu tenho, profissionais do São Paulo pensam, mas neste momento temos que respeitar o profissional. Depende muito. Ele só nos garantiu que, voltando ao Brasil, ele para no Morumbi para discutir. Quem sabe mais um almoço. Tratamos isso com muita transparência“, afirmou.





