Neste ano, o Palmeiras decidiu romper o contrato com o grupo Fictor após falta de pagamento em janeiro e emitiu nota oficial sobre o caso. A empresa do ramo de investimentos está em recuperação judicial, o que fez o Verdão acabar com a parceria.

Leila durante jogo na Arena Barueri.  Foto: Marco Miatelo/AGIF.
Leila durante jogo na Arena Barueri. Foto: Marco Miatelo/AGIF.

Desde então, o departamento de marketing do Palmeiras procura um novo patrocínio em termos parecidos: cerca de R$ 25 milhões por temporada e negocia com a Heineken, segundo o site The Football.

Não tem nada assinado com a cervejaria, mas a empresa é uma das possibilidades para estampar a sua marca nas costas da camisa do Verdão. O grupo com sede na Holanda já tem acordo de patrocínio com o Allianz Parque até o fim deste ano.

Marca de cerveja pode patrocinar time de futebol?

Não tem uma lei no Brasil que proíba marcas de cerveja em patrocinar clubes de futebol. Só é necessário que a marca, como a Heineken, siga regras de consumo responsável para o público, de acordo com Robson Morelli, do The Football.

Além disso, a marca tem em seu catálogo bebidas com zero álcool. Nos estádios de futebol em São Paulo, a venda de bebidas alcoólicas é proibida por lei estadual. Já em eventos como shows, a comercialização é permitida.

Palmeiras deve fechar com a Heineken?

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Palestra mira contrato de 3 anos

Leila Pereira tem meta ousada de patrocínios no Palmeiras até 2028 e, se possível, quer fechar um acordo com a Heineken por 3 temporadas. Os valores desejados pelo Verdão são de R$ 75 milhões pelo período da parceria, sendo R$ 25 milhões por ano.

Mas também tem outras empresas interessadas em estampar a sua marca nas costas do Alviverde. O Palestra já tem a Sportingbet como patrocinador máster e quer evitar propostas de casas de apostas.