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Fórmula 1

F1: Depois da saída de Bottas, Mercedes confirma Russell ao lado de Hamilton na temporada 2022

Contratações foram confirmadas depois do anúncio de aposentadoria de Kimi Raikkonen ao fim da temporada 2021

Registro de Russell e Hamilton feito em 2018. (Foto: Getty Images)
Registro de Russell e Hamilton feito em 2018. (Foto: Getty Images)

Com a saída de Valtteri Bottas, a Mercedes confirmou nesta terça-feira (7) que o piloto britânico George Russell ficará ao lado de Lewis Hamilton a partir do próximo ano. Esta movimentação se deu, junto à transferência do filandês para a Alfa Romeo, após o anúncio de aposentadoria de Kimi Raikkonen, que deixa a F1 no fim desta temporada.

“É oficial. No ano que vem, serei piloto da Mercedes na F1. Este é um dia especial para mim e quero agradecer imensamente à Williams, à Mercedes e a todos que me apoiaram para chegar onde estou hoje. Eu não poderia ter feito isso sem cada um de vocês”, disse o piloto cuja contratação se deu um dia depois do anúncio da despedida de Bottas da Mercedes, em suas redes sociais.

Com sua ida para a Mercedes, fecha-se uma pendência na cena automobilística, visto que Russell já era cotado para ser o novo companheiro de Hamilton há ao menos uma temporada. Também via redes sociais, Hamilton cumprimentou o colega britânico, lhe dando as boas-vindas à Mercedes:

— Eu quero ter um momento para dar as boas-vindas a George Russell na equipe. Por meio de trabalho árduo, ele mereceu, com razão, seu lugar. Estou ansioso para vê-lo crescer como piloto com esta grande equipe e trabalhar com ele para fazer a Mercedes superior. Vejo você ano que vem. — disse Hamilton no Twitter.

A temporada de George Russell

Aos 23 anos, a temporada 2021 de Russell na F1 está movimentada: ele levou a Williams ao Q3 pela primeira vez em três anos, conseguiu os primeiros pontos da equipe desde a temporada 2019 no GP da Hungria, e na Bélgica, conseguiu faturar o primeiro pódio da carreira — o segundo lugar —, que também significou muito para a Williams, considerando que havia quatro anos que não terminavam uma prova no top três.