O Gre-Nal do próximo domingo (25), no Beira-Rio, já começou a ser jogado fora de campo. Em entrevista coletiva concedida neste sábado, o técnico do Grêmio, Luís Castro, falou sobre o clássico contra o Internacional e reconheceu a dimensão do confronto válido pela quinta rodada do Campeonato Gaúcho de 2026.

Recém-chegado ao futebol gaúcho, o treinador português destacou que o peso do Gre-Nal é percebido rapidamente por qualquer profissional que passe a trabalhar em Porto Alegre. Segundo ele, a rivalidade se impõe naturalmente pelo ambiente, pela história e pela importância do jogo.
Treinador reconhece a dimensão do clássico
Luís Castro afirmou que todos que chegam ao futebol do Rio Grande do Sul entendem, em maior ou menor grau, a grandeza do Gre-Nal. Para o treinador, trata-se de um jogo que exige postura diferenciada dentro de campo.
Segundo o comandante gremista, enfrentar o Internacional demanda coragem, ambição, determinação e, acima de tudo, responsabilidade. Ele ressaltou que o clássico não permite margem para erros emocionais e precisa ser tratado com o máximo de seriedade.
Comparações com grandes rivalidades do futebol mundial
Durante a entrevista, Luís Castro comparou o Gre-Nal a alguns dos maiores clássicos do futebol internacional, como Inter de Milão x Milan, Benfica x Sporting, Benfica x Porto e Dínamo de Kiev x Shakhtar Donetsk.
Apesar das comparações, o treinador foi enfático ao afirmar que, para quem vive o clássico gaúcho no dia a dia, não existe rivalidade maior. Segundo ele, o Gre-Nal é o jogo mais importante para quem está inserido nessa realidade, independentemente do que exista em outras partes do mundo.
Alan Patrick entra no radar, mas sem marcação especial
Outro tema abordado na coletiva foi o meia Alan Patrick, principal articulador do Internacional e peça-chave do time comandado por Paulo Pezzolano. Questionado sobre uma possível marcação especial no camisa 10 colorado, Luís Castro descartou qualquer plano fora do padrão.
De acordo com o treinador, o Grêmio não pretende montar uma estratégia específica apenas para anular Alan Patrick, optando por um modelo coletivo de marcação e organização defensiva, sem personalizar o duelo.