O Paulistão de 2026 apresenta um cenário bem diferente das edições anteriores, ao concentrar clássicos em seis rodadas consecutivas e transformar o início do campeonato em uma sequência decisiva para os principais clubes do estado.

Enquanto no formato antigo os confrontos entre rivais históricos eram distribuídos ao longo das 12 rodadas, o novo modelo encurta a primeira fase e antecipa duelos que antes apareciam de forma mais espaçada no calendário.
A mudança impacta diretamente o grau de pressão sobre os grandes clubes, que agora precisam lidar com jogos de alto risco logo nas primeiras semanas da competição.
Diferença entre o formato atual e o modelo antigo
No regulamento anterior, a divisão em grupos impedia confrontos entre equipes da mesma chave, o que tornava os clássicos eventos pontuais e menos concentrados na tabela.
Com o novo formato, inspirado em ligas europeias, os clubes de um mesmo pote são obrigados a se enfrentar, fazendo com que Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos cruzem seus caminhos ainda na primeira fase.
O resultado é um campeonato mais intenso desde o início, com margem de erro reduzida e maior impacto de cada rodada na classificação geral. Sendo assim, a pressão se intensifica entre os clubes.
Impacto esportivo e pressão por resultados
Além dos grandes confrontos da capital, o dérbi campineiro entre Guarani e Ponte Preta também ganha destaque ao ser inserido nesse recorte mais apertado do calendário.
Na comparação direta, o Paulistão atual aposta em emoção imediata e tensão constante, enquanto o modelo antigo priorizava uma progressão mais gradual até a fase decisiva do torneio.