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Wagner Pires de Sá é abordado por torcedores em restaurante, que cobraram respostas sobre polêmicas no Cruzeiro

Envolvido em diversas situações que podem ter ocasionado problemas na Raposa, ex-presidente foi abordado por 4 torcedores e precisou ser "defendido" pela esposa

Wagner Pires de Sá já havia sido cobrado em outra oportunidade - Foto: Bruno Haddad/Flickr Oficial do Cruzeiro/Divulgação.
Wagner Pires de Sá já havia sido cobrado em outra oportunidade - Foto: Bruno Haddad/Flickr Oficial do Cruzeiro/Divulgação.

Considerado um dos principais culpados pela atual fase do Cruzeiro, oex-presidente Wagner Pires de Sá foi hostilizado no últimodomingo (28), em um restaurante da Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Com a esposae outras quatro pessoas sentadas, pelo menos três pessoas abordaram o ex-dirigente e a esposa argumentando que precisam ouvir explicações.

A discussão foi filmada e teve como “protagonista” a esposa de Wagner à frente da situação, tentando impedir que os cruzeirenses falassem com o ex-presidente. A todo momento, afirmaram que não tinham a intenção de agredi-lo.

Após muito debate, o dirigenteperguntou qual era o melhor time do Brasil. Após ser interrompido, afimrou quequem está no Cruzeiro hojeé que “colocou coisas na Globo”, emalusão à reportagem do Fantástico, em maio de 2019.

Ex-presidente ainda é investigado - Foto: Bruno Haddad/Flickr Oficial do Cruzeiro/Divulgação.
Ex-presidente ainda é investigado – Foto: Bruno Haddad/Flickr Oficial do Cruzeiro/Divulgação.

Conforme publicou o GloboEsporte.com, funcionários do restaurante agiram na confusão e tentaram afastar os torcedores. A esposa de Wagner ainda pediu aos torcedores queabaixassem o tom, além de afirmar que Sérgio Santos Rodrigues deixou o clube nesta situação. Pedidos de que o ex-presidentemudassede cidade eque “era o último aviso”, foram escutados.

Vale lembrar que logo após rebaixamento para aSérie B,houve uma sériede denúncias contra a gestão, que ocasionou na renuncia de Wagnerdo cargo, em dezembro de 2019. Continuou a ser investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais e Ministério Público e setornou réu em novembro do ano, junto de outros dirigentes do Cruzeiro e empresários.