O futebol feminino passou por um período obscuro dentro e, principalmente, fora de campo. Algumas recomendações da FIFA fizeram com que as confederações começassem a mudar a postura. Nesse caminho, as federações também entrar no jogo. Mais campeonatos, meninas inspiradas por personalidades, patrocínio e reconhecimento. Quatro elementos que, quando se completam, tornam a modalidade ainda mais forte.

Na última Copa do Mundo, que foi realizada na França, a Seleção Feminina chegou desacreditada. Com nove derrotas seguidas, chegou a começar mal a fase de grupos e quase não se classificou. No entanto, as meninas que vestiam a Amarelinha não conseguiram parar as donas de casa. A França acabou vencendo por 2 a 1, nas oitavas.
Após a campanha, Vadão foi demitido do cargo de treinador. Para substituí-lo, a cúpula da Confederação Brasileira de Futebol optou por contratar Pia Sundhage, conhecida pelo que fez com a Seleção dos EUA. A sueca parece estar colocando a equipe brasileira de volta ao caminho das vitórias.
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“O Brasil também entrará em 2020 em território familiar, tendo retornado aos dez primeiros, depois de sair em setembro pela primeira vez em sua história”, destacou o texto divulgado no site da Fifa
O Brasil volta a figurar entre as 10 melhores seleções do mundo, segundo a FIFA. O feito foi confirmado após a vitória de 6 a 0 frente ao México, na Arena Corinthians. Agora, o trabalho regido por Pia visa a melhor campanha possível nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem. Jogadoras não escondem que a meta agora é estampar o ouro estando no lugar mais alto do pódio. O time volta a entrar em campo no próximo domingo, novamente contra as mexicanas, em Araraquara, na Fonte Luminosa.
Veja a top 10 completo a seguir:
1 – Estados Unidos
2 – Alemanha
3 – Holanda
4 – França
5 – Suécia
6 – Inglaterra
7 – Austrália
8 – Canadá
9 – Brasil
10 – Japão
Vale pontuar que os EUA contam com as principais pioneiras da categoria. Dentre elas Megan Rapinoe e Alex Morgan, ambas campeãs do mundo, na França.