O Grêmio passa por um momento conturbado na temporada, sem conseguir vencer em seus seis primeiros jogos do Campeonato Brasileiro. Com apenas dois pontos conquistados e na laterna da competição, Tiago Nunes já vem sendo pressionado no cargo. Neste domingo (4), caso não vença o Atlético-GO, na Arena,o treinador corre risco de demissão.
A troca no comando da equipe é o principal assunto entre os torcedores e um dos nomes mais lembrados é o de Renato Portaluppi. O ídolo, campeão de tudo em suas passagens como jogador e técnico, chegou a ser lembrado em um protesto recente, com faixas espalhadas pela capital Porto Alegre.
Desde a saída de Renato, o Grêmio chegou a conquistar o Campeonato Gaúcho, a Recopa Gaúcha e a classificar com sobras às oitavas da Copa Sul-Americana, mas demonstrou pouca evolução quando passou a ser testado no Brasileirão. Nos bastidores, os dirigentes já sabiam que substituir o ídolo seria tarefa difícil.

“Eu tenho a impressão que a saída do Renato causou, não digo trauma, mas uma certa estranheza. Eu sabia que quando ele saísse o Grêmio ia dar uma piorada mas não estar na lanterna”, analisou Duda Kroeff,ex-presidente tricolore atual vice do Conselho de Administração, em entrevista àRádio Bandeirantes.
“O Romildo (Bolzan Júnior, presidente)e o Marcos (Hermann,vice-presidente de futebol) têm as condições necessárias para julgar se o treinador ficar ou sair. Antigamente a gente podia frequentar vestiário, hoje não pode mais devido a Covid-19. E segundo, o Marcos o trabalho é muito bom”, completou Duda Kroeff.





