Recentemente, Miguel Borja foi o pivô de verdadeiro embate de opiniões nas Alamedas do Parque Antártica. Entre a massa palestrina, a divisão entre quem queria a permanência do colombiano e os que gostariam de ver o centroavante longe do Verdão movimentou debates e defesas apaixonadas de convicções. Entretanto, a diretoria do Palmeiras decidiu pelo empréstimo do jogador para Grêmio.
O acordo entre Verdão e Grêmio tem em seu escopo o empréstimo até o final de 2022, depois de tal vigência, os gaúchos têm prioridade de compra do atleta em definitivo. Contudo, o documento também aponta que a partir de dezembro deste ano, se o Verdão tiver alguma proposta, Borja deve ser liberado, embora o Grêmio tenha a prioridade para cobrir uma hipotética oferta.
Mas, nesta sexta-feira (13), o vice de futebol do Grêmio, Marcos Herrmann, se antecipou e cravou em entrevista para a Rádio Caracol, da Colômbia, que o clube tem interesse emexercer o direito à compra de 50% dos direitos do atacante, por U$ 2,5 milhões (cerca de R$ 13 milhões na cotação atual) ao final de 2021. A informação é do jornalista Rafael Pfeiffer, da Rádio Guaíba.
Borja foi contrato pelo Palestra em 2017 e sua chegada alcançou o status de a maior já feita pelo Palmeiras. Para contar com os gols do atacante, o clube desembolsou R$ 33 milhões. Porém, o colombiano não conseguiu firmar seu nome com boas atuações, sendo bastante criticado pela torcida. Estava no grupo que foi campeão brasileiro em 2018, mas nem de longe foi uma das peças-chaves da conquista. Em sua primeira partida pelo Grêmio, marcou o gol da vitória dos Gaúchos por 2 a 1 sobre a Chapecoense.




