No último domingo (22) o Flu enfrentou o Fortaleza e venceu por 1 a 0, em partida válida pela 7ª rodada da competição. Antes da partida, o presidente do Tricolor das Laranjeiras, Mário Bittencourt, participou de um evento na capital do Ceará e abordou um assunto em alta no futebol brasileiro. A criação de uma Sociedade Anônima de Futebol. O mandatário do Nense expôs o que o Clube pensa a respeito sobre o assunto.

“Existe a questão da SAF, de um estudo sobre, no futuro, o Fluminense poder ou não, dever ou não, se transformar numa SAF seja ela com o investidor tendo o controle ou não. Por exemplo, o Athletico defende a instituição de uma SAF, mas com o clube tendo o controle. O Bahia, possivelmente, fechando com o Grupo City também será”, iniciou o presidente, para na sequência abrir o jogo sobre conversas que recentemente foram lançadas nas Laranjeiras.
“O que ouvimos de principal do banco BTG em uma primeira conversa foi que não há sentido em fazer nenhuma mudança nesse momento se não houver uma liga no futuro. Havendo uma liga no futuro, os clubes terão muito mais valor e serão muito mais bem vendidos. Quando ele fala sobre a liga, não é a assinatura desse documento, até porque mesmo que nós assinemos, dependeremos de assembleia para constituição da liga e só vai ficar pronto em 2025 ou 2026.”, revelou Mário.
Bittencourt foi além e colocou à mesa um possível valor para uma hipotética negociação envolvendo a venda do Time de Guerreiros. O presidente Tricolor expôs um valor muito acima do que o praticado nas negociações que envolveram Botafogo e Cruzeiro: “Não existe nenhum número, é uma situação hipotética, o estudo não está pronto, mas o Fluminense não vale menos de R$ 2 bilhões na nossa cabeça, sem fazer um estudo e na cabeça da instituição financeira também…”, cravou Mário Bittencourt