O Flamengo saiu derrotado da final da Supercopa do Brasil, mas deixou Brasília com uma convicção clara sobre Lucas Paquetá. Apesar do gol perdido em momento decisivo, o meia demonstrou tranquilidade e confiança após a partida.

Paquetá fez sua estreia oficial pelo clube justamente na decisão contra o Corinthians, no Estádio Mané Garrincha, e encarou o lance com naturalidade nos bastidores rubro-negros.
Internamente, a avaliação é de que o jogador não se deixou abalar pelo erro. O entendimento é de que o peso da estreia somado à falta de ritmo de jogo influenciou diretamente na tomada de decisão na finalização.
Mesmo com o revés por 2 a 0 na Supercopa do Brasil, o Flamengo avalia a atuação de Paquetá como um ponto de partida, não como um problema a ser corrigido com urgência.
Falta de ritmo explica lance decisivo
Pessoas próximas ao jogador acreditam que o principal fator para o gol desperdiçado foi a ausência de sequência recente em jogos competitivos. A final exigiu intensidade máxima, algo difícil para quem ainda busca ritmo ideal.
A leitura interna é de que o meia ainda está em processo de adaptação física e emocional. Estrear em uma decisão nacional, diante de um rival direto, aumentou naturalmente o grau de dificuldade.
Mesmo assim, Paquetá demonstrou personalidade ao assumir protagonismo em alguns momentos do jogo. A comissão técnica gostou da postura e da maneira como o jogador se comportou após o lance perdido. No vestiário, o clima foi de apoio. Não houve cobranças excessivas, apenas a compreensão de que o desempenho tende a crescer conforme a sequência de partidas avance.
Confiança total no futuro com a camisa rubro-negra
No Flamengo, a convicção é de que Paquetá ainda será muito importante ao longo da temporada. O gol perdido é tratado como parte do processo de retorno e reconstrução do atleta no clube. A expectativa é que, com mais minutos em campo, o meia reencontre rapidamente sua melhor versão. O entendimento é de que a qualidade técnica segue intacta.
O discurso interno aponta que o lance da final não define a trajetória do jogador. Pelo contrário, é visto como o primeiro capítulo de uma nova história com a camisa rubro-negra. Para a diretoria e para o estafe do atleta, o sentimento é claro: o Flamengo ainda vai colher muitos frutos da presença de Paquetá no elenco.