O Flamengo conquistou sua primeira vitória no Campeonato Carioca no clássico contra o Vasco. Com gol do meia colombiano Carrascal, o Mengão venceu o rival pela terceira rodada do Cariocão.

Fernando Diniz, treinador do Vasco
© Thiago Ribeiro/AGIFFernando Diniz, treinador do Vasco

Diniz aponta injustiça no clássico Flamengo x Vasco

O treinador Fernando Diniz se manifestou após o clássico e deixou claro que teve um erro que impactou diretamente no resultado e que seria uma injustiça no resultado, apesar do Fla ter jogado melhor. Ele reclamou da expulsão do volante Cauan Barros.

Em sua análise, o técnico destacou que apesar do Rubro-Negro Carioca ter jogado melhor na primeira etapa do jogo, ficar com um a menos no segundo tempo condicionou ainda mais o domínio do time flamenguista e impactou o resultado.

“É uma expulsão que condiciona muito o que poderia ser o segundo tempo. No primeiro tempo o Flamengo jogou melhor e, quando voltou o segundo tempo, a impressão é de que o jogo ia ser outro”, reclamou Diniz.

“Acho que o Flamengo jogou melhor que a gente no primeiro tempo. A gente não ficou à vontade para fazer o jogo que precisava. No segundo tempo, com um jogador a menos, a gente podia ter mais coragem para fazer o jogo que era necessário. A gente voltou para o segundo tempo com uma postura diferente, com correções, embora tenha sido só cinco minutos”, completou o comandante vascaíno em sua análise.

Treinador se revolta e vê erro na expulsão de Cauan Barros

Ainda em sua reclamação sobre o lance e a decisão do árbitro Bruno Arleu de Araújo de expulsar o volante Cauan Barros, Fernando Diniz ponderou que o lance foi exagerado e chegou até a comparar com outra jogada durante o clássico.

“É uma expulsão, para mim, ridícula, um negócio sem sentido. Eu sinceramente ainda não consegui entender. Teve um lance um pouco antes no primeiro tempo, com o Andrés Gómez, que o cara chuta no alto, pega no pé dele… eu nem acho esse lance para expulsão, mas esse (do Barros) foi muito menos”, comentou.

O cara está passando, não sei se o Barros tentou dar um “totó” no cara. Não tem nada, não tem força excessiva, risco de lesionar o jogador, nada. Aí tem uma câmera que eles pegam, que para, com a perna da chuteira do Barros perto da panturrilha… Não tem força nenhuma ali, zero”, encerrou.