Joaquim era alvo do Cruzeiro

O Cruzeiro segue atento ao mercado da bola em busca de reforços para o setor defensivo e definiu um alvo de peso para a zaga. Um dos nomes que mais agradam ao dono da SAF, Pedrinho Lourenço, e ao técnico Tite é o do zagueiro Joaquim, atualmente no Tigres, do México. A diretoria celeste entende que a posição é estratégica para a temporada e busca um jogador pronto para assumir protagonismo.

Joaquim deixou o Santos em 2024. Foto: Reinaldo Campos/AGIF
© Reinaldo Campos/AGIFJoaquim deixou o Santos em 2024. Foto: Reinaldo Campos/AGIF

Dentro desse cenário, o Cruzeiro chegou a sinalizar com uma proposta robusta para tentar viabilizar a contratação. O clube mineiro acenou com valores na casa de R$ 55 milhões, demonstrando o quanto o defensor é bem avaliado internamente e considerado prioridade no planejamento do futebol cruzeirense.

Apesar do esforço financeiro, as negociações não devem avançar. O primeiro entrave está na vontade do próprio jogador. Joaquim não tem o desejo de retornar ao futebol brasileiro neste momento da carreira e vê sua saída do Tigres apenas como um passo rumo ao futebol europeu.

Joaquim não quer voltar para o futebol brasileiro

O estafe do zagueiro entende que o mercado europeu é o destino ideal caso surja uma oportunidade de transferência. Assim, mesmo com a visibilidade e o projeto esportivo apresentado pelo Cruzeiro, o retorno ao Brasil não é visto como prioridade pelo atleta.

Além da posição do jogador, outro fator pesa contra o avanço das tratativas. O Tigres não tem interesse em negociar Joaquim neste momento. O clube mexicano considera o defensor peça fundamental do elenco e não pretende abrir conversas para uma possível venda nesta janela.

Tigres também não quer vender Joaquim

Internamente, o Tigres trabalha com a manutenção de sua base defensiva e só avaliaria uma saída em caso de proposta considerada irrecusável, especialmente vinda da Europa. Para o futebol brasileiro, a postura do clube é de total resistência.

Diante desse cenário, o Cruzeiro deve seguir monitorando o mercado em busca de outras opções para a zaga. A diretoria mantém o foco em reforçar o elenco, mas sabe que, no caso de Joaquim, a combinação entre a vontade do jogador e a postura do Tigres torna o negócio praticamente inviável no momento.