Nesta quarta-feira (18), foram disputados sete jogos válidos pela 7ª rodada do Brasileirão. Na Arena da Baixada, o Athletico Paranaense recebeu o Cruzeiro e impôs mais uma derrota ao Clube Celeste.

Com dois gols no início do jogo, o Furacão abriu vantagem cedo e administrou o resultado. Na primeira partida sem Tite, o Zeiro não conseguiu elevar o nível da defesa, fator preponderante para o ano de 2025 da Raposa.
Defesa do Cruzeiro tem queda vertiginosa de produção
A título de comparação, o Cabuloso terminou a edição de 2025 do Brasileirão com 31 gols sofridos em 38 jogos, ou seja, média inferior a um tento sofrido por jogo. Já em 2026, a situação é bem diferente. Foram 16 gols em apenas sete jogos.
Não à toa, o Clube Mineiro detém a pior defesa da competição, com média superior a dois gols por jogo, isto é, mais do que dobrou a média de gols sofridos. Em 2025, sob comando de Leonardo Jardim, a equipe mineira terminou com a segunda melhor defesa.
Problemas defensivos geram polêmicas entre o grupo
Além do alto número de gols prejudicar demais a briga da Raposa na competição, o fato de ser muito vazado também incomoda internamente. Ontem (18), por exemplo, o zagueiro Fabrício Bruno desabafou sobre os erros defensivos:
“É ter discernimento agora. Geralmente quando tem a troca de comando, é porque nada está certo. Que a gente possa agora, com o novo treinador, ter esse discernimento, uma melhor organização, primeiro passo é parar de tomar gol. Lá na frente, a gente tem um poder de ataque muito letal, mas a partir do momento que você toma gol, tem que correr muito atrás”, disse na saída do gramado.
Cruzeiro terá ‘decisão’ contra o Santos de Neymar
Com a derrota celeste e a vitória do Internacional sobre o Santos, a parte baixa da tabela deu uma embolada, mas a Raposa ficou na lanterna. Até por isso, o jogo entre Cruzeiro x Peixe, marcado para o próximo domingo (22), ganhou ainda mais importância no contexto atual.