A pequena ‘novela’ entre Gabigol, Santos e Cruzeiro está próxima de um fim positivo para todos os lados. O atacante, que chegou no início de 2025, não fica para 2026, não há clima na Raposa após o pênalti perdido e a chegada de Tite também colabora com a transferência.

Gabigol não ficará no Cruzeiro em 2026. Foto: Marlon Costa/AGIF
© Marlon CostaGabigol não ficará no Cruzeiro em 2026. Foto: Marlon Costa/AGIF

Gabriel Barbosa deve ser oficializado em breve no Peixe. O Cruzeiro ficou ciente, logo no início das negociações, que o clube paulista passa por um momento delicado financeiramente, assim, um acordo teria que ter moldes que beneficiaria ambos os lados.

O retorno de Gabriel Barbosa ao Santos FC deve ser por empréstimo válido por uma temporada. Inclusive, o Cruzeiro Esporte Clube banca uma parte do salário para que o acordo seja concluído. Nos bastidores, uma nova atualização é divulgada envolvendo a negociação.

Detalhe no acordo entre Gabigol, Santos e Cruzeiro

De acordo com informação de Lucas Musetti, jornalista que acompanha o dia a dia do Santos, o acordo de empréstimo de Gabigol não possui uma opção de compra junto ao Cruzeiro.

Essa foi a alternativa para a negociação encaminhasse para o estágio final. Segundo também informado pelo Lucas Musetti, caso o Santos deseje continuar com o atacante após a temporada de 2026, uma nova negociação com o Cruzeiro será iniciada.

Na parte salarial, a Raposa fica responsável pelo direitos de imagem e luva de Gabriel Barbosa. No atual cenário, o jogador não fica à disposição para os jogos contra o Peixe ao longo do ano.

Cruzeiro acompanha situações de Gerson e Kaio Jorge

O mercado da bola do Cruzeiro tem novidades em torno de Gerson e Kaio Jorge. Sobre o volante, a diretoria mostra o otimismo, mas será uma negociação longa, principalmente por conta da postura do Zenit quando negocia com outro time brasileiro.

Em contrapartida, o Flamengo continua de olho em Kaio Jorge, é o principal alvo para a posição de centroavante. Contudo, a Raposa segue com a mesma ideia de não o negociar por menos de 50 milhões de euros (R$ 322 milhões na cotação atual).