O Corinthians perdeu uma grande oportunidade de encaminhar seu passaporte para a fase de grupo da Libertadores do ano que vem. Isso porque na noite da última quinta-feira (25), o Timão voltou a tropeçar fora de casa pela oitava vez seguida e foi derrotado pelo Ceará por 2 a 1, na Arena Castelão. A única boa notícia é que como o Fortaleza perdeu para o Santos, o Alvinegro se manteve na 4ª colocação com 53 pontos ganhos.

Embora a torcida esteja chateada com a atuação do time nos jogos fora de casa, a diretoria está satisfeita com a colocação que a equipe se encontra nesse momento, haja visto que para arrumar a casa no início da temporada, Duílio teve que esperar 6 meses para fazer investimentos no elenco e por esse motivo, o heptacampeão nacional começou o Brasileirão na parte de baixo da tabela.
O antecessor de Duílio foi Andrés Sanchez, que fez sucesso em sua primeira passagem pelo clube, onde chegou a conquistar o Mundial de Clubes e a Copa Libertadores da América. Porém, em seu segundo mandato, acabou não demonstrando o mesmo interesse o que fez com que o Timão parasse de disputar títulos nacionais. Em entrevista ao Canal 21, o dirigente contou que só voltou ao Timão por dois motivos:os naming rights da Arena Neo Química e o acordo com a Caixa Econômica Federal para o pagamento do estádio. Para o dirigente, ele cumpriu os objetivos.
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“O meu primeiro mandato no Corinthians foi muito melhor, claro. até porque eu não queria no segundo. Voltei sem tesão, voltei com o objetivo de dar um nome para o estádio e fazer o acordo com a Caixa e, na verdade, não me preocupei muito com as outras coisas. Deleguei muito“, declarou o dirigente que falou que no futebol só se dá bem que não delega muito.
“No futebol, quanto menos você delegar, melhor. E o mundo mudou muito, o clube, os níveis de cobrança, exigência. Tenho certeza que meus primeiros mandatos foram muito melhores que o terceiro”, avaliou o dirigente