Um estudo da Sports Value aponta que a Copa do Mundo de 2026 deve bater todos os recordes financeiros da história do torneio. A projeção indica que a Fifa pode ultrapassar a marca de 10,9 bilhões de dólares em receitas, o equivalente a aproximadamente R$ 58,7 bilhões.

O valor estimado representa um salto expressivo em comparação ao Mundial do Catar, em 2022, que fechou com cerca de US$ 7 bilhões arrecadados. Na ocasião, o resultado já havia chamado atenção ao superar com folga os números registrados na Copa da Rússia, em 2018.
Motivos do aumento na arrecadação
A projeção bilionária da Copa de 2026 passa, sobretudo, pelas mudanças estruturais do torneio. Com mais seleções participantes e partidas distribuídas entre Estados Unidos, Canadá e México, o calendário será ampliado, criando novas fontes de receita ao longo da competição.
Outro motor do crescimento financeiro está no mercado comercial. A venda dos direitos de TV deve alcançar cifras históricas, ultrapassando 4,3 bilhões de dólares, enquanto os contratos de patrocínio avançam para cerca de 2,8 bilhões de dólares, refletindo o interesse crescente de grandes marcas no evento.
Diante das críticas aos altos preços, a Fifa também revisou a política de ingressos. A entidade anunciou entradas mais baratas, com valores a partir de 60 dólares, buscando tornar os jogos mais acessíveis e amenizar a repercussão negativa junto aos torcedores.
Brasil na Copa de 2026
A Seleção Brasileira já tem datas e locais definidos para os jogos da fase de grupos da Copa do Mundo. A estreia acontece no dia 13 de junho, contra o Marrocos, em Nova Jersey, com início às 19h no horário de Brasília.
Na sequência, o Brasil enfrenta o Haiti no dia 19 de junho, na Filadélfia, às 22h, e encerra a primeira fase diante da Escócia, no dia 24, em Miami, novamente às 19h (horário de Brasília).