Nesta terça-feira (3), o Vasco acertou o empréstimo do meia Benjamín Garré ao Aris Salónica, da Grécia. Fora dos planos do técnico Fernando Diniz, o argentino de 25 anos foi liberado pela diretoria cruz-maltina e já chegou ao país europeu para finalizar os trâmites e iniciar a nova etapa da carreira.

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Contratado no início de 2025 por cerca de R$ 15 milhões, Garré chegou a São Januário com expectativa de ser uma peça importante no setor ofensivo. Vindo do Krylya Sovetov, da Rússia, o jogador era visto como reforço de criatividade para o ataque vascaíno, mas não conseguiu se firmar ao longo da temporada.
Sem espaço, Garré perdeu disputa para Nuno Moreira, Rayan e Andrés Gómez
Nem com Fábio Carille, nem posteriormente com Fernando Diniz, o meia conseguiu sequência ou protagonismo. Com a concorrência aumentando e a comissão técnica optando por outros nomes, Garré perdeu espaço.
Nomes como Nuno Moreira, Rayan e Andrés Gómez passaram a ser as principais escolhas para o setor com a aprovação de Diniz, destacando-se pela adaptação mais rápida ao futebol brasileiro.
Passagem sem brilho de Garré por São Januário
Diante do baixo rendimento e da dificuldade de encaixe no modelo de jogo, o diretor de futebol Admar Lopes passou a aguardar propostas pelo atleta. A oportunidade surgiu no futebol grego, e o Vasco optou por liberar o jogador por empréstimo, movimento que também ajuda a enxugar o elenco.

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Ao todo, Benjamín Garré disputou 22 partidas com a camisa cruz-maltina, não marcou gols e deu apenas uma assistência — números bem abaixo da expectativa criada no momento de sua contratação.








