A CBF conseguiu mais do que dobrar o número de parceiros com relação a Copa da Rússia. Para o Qatar, a equipe canarinho já garantiu 19 parceiros, 10 a mais que na Rússia. Dentre os parceiros, 16 são patrocinadores e quatro apoiadores. Mas a Confederação Brasileira de Futebol busca melhorar as condições do acordo com a Nike, empresa americana.
A Nike e a CBF têm contrato desde 1996, atualmente a empresa paga US$ 35,5 milhões anualmente, cerca de R$ 183 milhões pela cotação atual, segundo informações da ESPN. Em entrevista ao GE, Ednaldo Rodrigues contou que durante a visita que fez à parceira, em Orlando, nos EUA, no dia 10 de outubro, apresentou as queixas da CBF e o desejo de reformular detalhes do contrato.
“Quase cinco anos que não tinha uma reunião da Nike com quem preside a entidade. Estavam lá vários vice-presidentes que ficam espalhados em outros países e nos reunimos nos EUA. Colocamos também as nossas queixas, né? Com relação à defasagem do contrato, por ser um contrato muito antigo, e também pela justiça no que diz respeito a royalties, com relação à venda de camisas. Nós não temos nada por cento de royalties, então o que nós queremos é isonomia pela grandeza que tem o futebol brasileiro”, comentou Ednaldo.
�� O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, pediu “punições drásticas” ao STJD, que vai julgar os casos de hoje nas próximas semanas. pic.twitter.com/Q3NYRdchto
— R10 Score (@R10Score) October 17, 2022
O presidente da CBF destacou a boa relação com a Nike e destacou que apesar da insatisfação com a defasagem dos valores e a questão dos royalties das vendas das camisas da Seleção, a CBF não pressionou a parceira e não estabeleceu prazos para o novo acordo. “Fomos muito bem recebidos e está dentro do tempo deles (a discussão). Nós não demos prazo. Somos parceiros, seja no amor, seja na dor, para que tudo fique tranquilo. A gente tem confiança e esperança de que tudo vai se resolver bem. Temos contrato até 2026 e a expectativa que temos é que possa ser, no futuro próximo, ampliado. “, contou.





