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Seleção Brasileira

"Campeã moral" em 78, eliminação invicta e mais: com status de favorita, derrotas amargas da Seleção Brasileira em 5 edições da Copa do Mundo são "fantasmas"

A Seleção do 7 a 1 ficou marcada na memória do torcedor brasileiro

Foto: Divulgação - CBF | Seleção na Copa do Mundo de 1978
Foto: Divulgação - CBF | Seleção na Copa do Mundo de 1978

Chegar com o status de favorito em uma Copa do Mundo é um passo importante para qualquer equipe, e até certo ponto, pode acabar afetando a postura dos rivais que se sentirem intimidados pelo poderio do adversário. Apesar disso, nem sempre o favoritismo se converte em títulos e a Seleção Brasileira já conheceu o sabor amargo de chegar como uma das melhores, mas fracassar no Mundial.

O favoritismo mostra que a equipe está no caminho certo, mas definitivamente não significa que o objetivo é erguer a taça. E o Brasil que é o único país que participou de todas as edições da Copa do Mundo e já chegou como favorito para a competição por diversos motivos: por ter um ataque dos sonhos, grandes ídolos no seu elenco, ser a anfitriã da competição, uma bela campanha antes do mundial e até mesmo pela sequência de invencibilidade, mas, terminou fracassando. Por isso selecionamos cinco edições em que a equipe pentacampeã do mundo não superou as expectativas.

1. Copa do Mundo de 1950

A equipe chegava com moral para a competição dentro dos seus domínios, além de ter sido campeã Sul-Americana, tinha em seu elenco grandes craques como Zinho e Ademir Menezes. Todavia, este é marcado como um dos maiores fracassos da Seleção em uma Copa. E de fato a equipe vinha fazendo uma de suas melhores campanhas na competição. Naquele ano, a Seleção disputou a final diante do Uruguai no Maracanã, e recebeu um público registrado de 199.854 espectadores, porém a frustração tomou conta do estádio quando o Uruguai selou a vitória por 2 a 1, em um episódio que ficou marcado na história como o Maracanazo.

2. Copa do Mundo de 1978

O Brasil chegou para Copa do Mundo Argentina com um grande favoritismo, pois tinha uma equipe recheada de ídolos como: Zico, Rivellino, Nelinho, Leão, além de estar sob o comando de Claudio Coutinho, um treinador jovem e com ideias inovadoras. E apesar de não ter estreado da melhor forma naquela edição da competição, a equipe canarinho empatou em 1 a 1 diante da Suécia, ficou no 0 a 0 com a Espanha e venceu a Áustria por 1 a 0, na primeira fase. A equipe evoluiu na rodada seguinte, chegando a fase semifinal invicta. Venceu o Peru por 3 a 0 e enfrentou uma espécie de final antecipada diante da Argentina em um jogo que ficou conhecido como “A Batalha de Rosário”, porém o duelo se encerrou em um empate sem gols.

Contra a Polônia, o Brasil venceu por 3 a 1, apesar disso, não conseguiu a classificação para a final, tendo em vista que os argentinos bateram o Peru por 6 a 0 e avançaram para a final pelo critério de saldo de gols. A Seleção acabou ficando em terceiro lugar. Outra curiosidade é que segundo a CBF “não há registro de entrada ou recebimento das medalhas pelo 3º lugar na Copa do Mundo de 1978”. Diante do desempenho da equipe e de algumas teorias negativas sobre o título conquistado pela Argentina, Claudio Coutinho declarou que o Brasil foi a “campeã moral” de 78.

3. Copa do Mundo de 1982

Ofensivo e envolvente, essa pode ser uma forma de descrever a Seleção da Copa de 1982. Uma equipe que não conquistou o título, mas encantou no Mundial. Entre os titulares estavam nomes como Éder, Falcão, Sócrates, Zico, Serginho Chulapa. Mas se havia grande expectativa sobre a equipe, a estreia acabou sendo bem abaixo do esperado e o grande time comandado por ninguém menos que Telê Santana, teve dificuldades para passar pelos soviéticos. Em seguida conseguiu placares mais confortáveis vencendo a Escócia por 4 a 1, e a Nova Zelândia por 4 a 0 . Na segunda fase a equipe venceu os arquirrivais argentinos, porém acabou eliminado pela Itália por 3 a 2, na ocasião bastava um empate para a equipe canarinho se classificar para as semifinais. Para muitos a Seleção de 1982 é uma das melhores de todos os tempos, apesar do resultado negativo na Copa

4. Copa do Mundo de 2006

Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno e Adriano, o famoso “Quadrado Mágico”, um grupo de ataque que era invejado por qualquer equipe. A Seleção Brasileira chegou para com o status de favorita não apenas pelo estrelado setor de ataque, mas pela histórica conquista do pentacampeonato em 2002. Comandada por Carlos Alberto Parreira acabou não atendendo as expectativas e teve atuações mornas e acabou eliminada pela França, nas quartas de final. Um dos detalhes que chamou atenção foi a forma física de alguns atletas, o que gerou uma dúvida sobre a preparação física dos atletas antes da competição. Ronaldo Fenômeno e Adriano estavam visivelmente com excesso de peso. Além disso, o fabuloso “quadrado mágico”, não repetiu o mesmo desempenho de 2005 e demonstrou falta de entrosamento. Com um time mais ofensivo, outro ponto que acabou deixando a desejar foi o setor defensivo que acabou ficando vulnerável.

5. Copa do Mundo de 2014

Euforia é uma palavra que bem define o sentimento do torcedor brasileiro na Copa do Mundo sediada no Brasil. Neymar, Fred, Hulk, Oscar eram apenas alguns dos craques que compunham o elenco comandado por Felipão. O favoritismo da Seleção era simplesmente indiscutível, porém o ano em que a equipe canarinho celebraria o hexa dentro do seu país, acabou ficou marcado pela fatídica goleada por 7 a 1 diante da Alemanha, nas quartas de final. O desempenho foi tão negativo que a equipe ao menos conseguiu se dar bem na disputa pelo terceiro lugar, perdendo por 3 a 0 para a Holanda.

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