Os jogos dafinal entre Palmeiras e São Paulo, pelo Campeonato Paulista 2022, segue vivana memória tricolor mesmo dois meses após a decisão. Depois de um jogo dominante em casa e vitória por 3 a 1 na partida de ida, o time de Rogério Ceni não repetiu a mesma atuação e passou despercebido pelo rival, que aplicou 4 a 0 no Allianz Parque e ergueu a taça estadual.
Com a sonora derrota e perda do bicampeonato, torcedores são-paulinos amargaram com o resultado e o desempenho tricolor em campo. E parece que o ‘sarrafo’ assombra os veteranos da equipe até hoje. Em entrevista ao Bola da Vez, da ESPN, o lateral-direito Rafinha relembrou o revés e apontou o que faltou no time para sustentar a vantagem e erguer a taça contra o rival.
“Não me conformo. É difícil perder uma final daquele jeito, já com um resultado favorável do primeiro jogo. O que você tira do Palmeiras no primeiro jogo? Nada. Nós jogamos. Faltou pra todos um pouco de malícia, a gente sabia que eles iam jogar daquele jeito”, começou o medalhão.
“Não me conformo. É difícil perder uma final daquele jeito, já com um resultado favorável do primeiro jogo. O que você tira do Palmeiras no primeiro jogo? Nada. Nós jogamos. Faltou pra todos um pouco de malícia, a gente sabia que eles iam jogar daquele jeito.”
��️ Rafinha (ESPN). pic.twitter.com/3Z6QGEMUuB
— Somos São Paulinos (@somosaopaulinos) June 6, 2022
Segundo Rafinha, outra desvantagem foi a equipe estar encontrando seu entrosamento na oportunidade. “Não podíamos ter tomado aquele gol. ‘Ah Rafinha, mas é um gol‘. Mas é um gol que dá a vida pros caras. Nosso time estava criando identidade ali ainda, estava naquela emoção. Vinha de uma semifinal contra o Corinthians, uma virada contra o São Bernardo. Tava entrando no eixo. Aí você pega um jogo daquele ali, e você fala: pô, vamos entrar bonitinho,organizados.Mas não vamos deixar de jogar, se não… Aí acontece aquilo ali. Faltou para todos nós, inclusive para os mais velhos, a malícia de cozinhar o jogo. Sabíamos que o Palmeiras jogaria daquele jeito“, finalizou o lateral de Rogério Ceni.





