As últimas rodadas do Campeonato Brasileiro serão um verdadeiro drama para o São Paulo. Isso porque, com os resultados das semanas mais recentes, o Tricolor Paulista passou a vivenciar uma real batalha contra o rebaixamento, estando agora na 14ª colocação na tabela, com apenas 41 pontos, e mais perto do que nunca de figurar o Z-4.
Para resistir à turbulência e conseguir somar pontos para subir na tabela, o técnico Rogério Ceni precisará reestruturar a sua equipe, que já conta com alguns problemas na montagem, sobretudo no sistema ofensivo. Com o terceiro pior ataque do Brasileirão, o Soberano precisa de novas referências para encontrar gols na reta final do torneio. Até aqui, foram apenas 26 bolas na rede em 33 partidas.
Há um mês, após a derrota são-paulina para o Red Bull Bragantino, por 1 a 0, em Bragança Paulista, Ceni chegou a dizer que o trio Rigoni, Calleri e Luciano poderia jogar junto, dando a entender que essa seria a melhor combinação possível para o sistema ofensivo do time.
No entanto, eles nunca chegaram a atuar juntos, já que Rigoni esteve lesionado nos primeiros jogos da “era Ceni”, enquanto Calleri sofreu uma paralelamente à recuperação de Rigoni. Quando os três foram relacionados juntos, na derrota para o Flamengo por 4 a 0, em casa, Luciano começou o jogo no banco e Calleri acabou expulso com 10 minutos de jogo.

Na vitória da última rodada, diante do Palmeiras, por 2 a 0, no Allianz Parque, Calleri esteve ausente, cumprindo suspensão e, para os próximos compromissos, Luciano ficará de fora porque se recupera de uma cirurgia no punho, em lesão sofrida no triunfo diante do Verdão.
Sem Luciano, mas com Calleri e Rigoni, o São Paulo voltará a campo na próxima quarta-feira (24), às 21h30, contra o Athletico-PR, no Morumbi. O Furacão irá à capital paulista poucos dias após a conquista da Copa Sul-Americana, que qualifica o time paranaense à fase de grupos da Copa Libertadores.




