O Santos vive um momento de tensão nos bastidores. Uma ala da diretoria, ligada ao presidente Marcelo Teixeira, passou a defender a possibilidade de uma mudança no comando técnico, diante da sequência de resultados abaixo do esperado.

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A pressão cresce sobre Juan Pablo Vojvoda, que terá dois jogos decisivos contra o São Paulo para dar uma resposta imediata. O entendimento interno é de que o trabalho só terá continuidade caso haja evolução clara dentro de campo.
A diretoria avalia que o elenco recebeu reforços importantes para a temporada, mas o desempenho coletivo ainda não correspondeu às expectativas. Isso aumentou o grau de cobrança e reduziu a margem de erro do treinador.
Clássicos viram divisor de águas no planejamento
O primeiro teste será no sábado, às 20h30, no Estádio do Morumbi, pelo Campeonato Paulista. Na sequência, na quarta-feira seguinte, às 20h, o confronto se repete, desta vez na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.

SP – SANTOS – 05/01/2026 – SANTOS, APRESENTACAO GABIGOL – O presidente Marcelo Teixeira fala aos jornalistas durante apresentacao oficial de Gabriel Barbosa (Gabigol) como jogador do Santos FC em coletiva de imprensa realizada no Vila Belmiro. Foto: Mauricio De Souza/AGIF
Internamente, os dirigentes tratam os dois jogos como um verdadeiro divisor de águas. A expectativa é por uma atuação mais consistente, com identidade de jogo e escolhas mais assertivas por parte da comissão técnica.
A leitura feita nos bastidores é de que, sem uma resposta esportiva imediata, a permanência de Vojvoda ficará seriamente ameaçada, mesmo com o histórico recente do treinador.
Escolhas do treinador geram incômodo interno
Outro ponto que pesa contra o técnico é a insistência em nomes que não têm entregado o rendimento esperado. Parte da diretoria e pessoas próximas ao clube veem com ressalvas a sequência de Caballero e Lautaro Díaz, considerados pouco produtivos até aqui.

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Há a sensação de que Vojvoda ainda busca a melhor formação e tem “quebrado a cabeça” em escolhas que não se sustentam jogo após jogo. Esse cenário contribuiu para o desgaste da relação com setores internos do clube.
Diante disso, o recado é claro: os próximos clássicos não valem apenas pontos. Eles podem definir o rumo do trabalho e o futuro do comando técnico do Santos na temporada.








