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Presidente do Santos admite que venda de Souza foi decisiva para evitar transferban

Marcelo Teixeira confirma que parte da negociação com o Tottenham será usada para quitar dívida com o Arouca.

O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, admitiu publicamente que a venda do lateral-esquerdo Souza ao Tottenham foi fundamental para evitar um novo transferban contra o clube. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o dirigente detalhou a grave situação financeira vivida pelo Peixe e explicou que o valor obtido na negociação está comprometido, em grande parte, com o pagamento de dívidas antigas.

Souza, lateral do Santos em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Ricardo Moreira/Getty Images)
© Getty ImagesSouza, lateral do Santos em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Ricardo Moreira/Getty Images)

A principal pendência envolve o Arouca, de Portugal, que cobra cerca de 2,5 milhões de euros referentes à contratação do zagueiro João Basso, realizada em 2023. Sem acordo entre as partes, o clube português acionou a Fifa, que rejeitou o recurso santista e encaminhou o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), última instância possível.

Venda de Souza vira solução emergencial

Segundo Marcelo Teixeira, o Santos esteve muito próximo de sofrer uma punição que impediria o registro de novos jogadores. Para evitar o transferban, a diretoria precisou agir rapidamente no mercado e concretizou a venda de Souza ao Tottenham, mantendo ainda 10% de participação em uma futura negociação do atleta.

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O dirigente deixou claro que a decisão não foi estratégica do ponto de vista esportivo, mas necessária financeiramente. Metade da receita obtida com a transferência já está comprometida com o pagamento da dívida, o que impede qualquer reinvestimento imediato no elenco.

Presidente expõe cenário financeiro delicado

Durante a entrevista, Marcelo Teixeira não escondeu a gravidade da situação econômica do clube. O presidente relembrou que o cenário já era complicado em 2023 e se agravou com o rebaixamento, que reduziu receitas e comprometeu o orçamento em 2024, quando o Santos disputou apenas duas competições.

Além disso, o clube convive com altos encargos de dívidas, como juros, correções monetárias e compromissos ligados ao Profut. O Santos tem prazo de 39 dias para efetuar o pagamento ao Arouca. Caso contrário, será automaticamente punido com transferban. Apesar das dificuldades, a diretoria mantém otimismo em um acordo e afirma trabalhar para estancar o crescimento da dívida e reorganizar as finanças do clube.

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Dívida antiga coloca Santos sob risco imediato

O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, admitiu publicamente que a venda do lateral-esquerdo Souza ao Tottenham foi fundamental para evitar um novo transferban contra o clube. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o dirigente detalhou a grave situação financeira vivida pelo Peixe e explicou que o valor obtido na negociação está comprometido, em grande parte, com o pagamento de dívidas antigas.

A principal pendência envolve o Arouca, de Portugal, que cobra cerca de 2,5 milhões de euros referentes à contratação do zagueiro João Basso, realizada em 2023. Sem acordo entre as partes, o clube português acionou a Fifa, que rejeitou o recurso santista e encaminhou o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), última instância possível.

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Venda de Souza vira solução emergencial

Segundo Marcelo Teixeira, o Santos esteve muito próximo de sofrer uma punição que impediria o registro de novos jogadores. Para evitar o transferban, a diretoria precisou agir rapidamente no mercado e concretizou a venda de Souza ao Tottenham, mantendo ainda 10% de participação em uma futura negociação do atleta.

O dirigente deixou claro que a decisão não foi estratégica do ponto de vista esportivo, mas necessária financeiramente. Metade da receita obtida com a transferência já está comprometida com o pagamento da dívida, o que impede qualquer reinvestimento imediato no elenco.

Presidente expõe cenário financeiro delicado

Durante a entrevista, Marcelo Teixeira não escondeu a gravidade da situação econômica do clube. O presidente relembrou que o cenário já era complicado em 2023 e se agravou com o rebaixamento, que reduziu receitas e comprometeu o orçamento em 2024, quando o Santos disputou apenas duas competições.

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Além disso, o clube convive com altos encargos de dívidas, como juros, correções monetárias e compromissos ligados ao Profut. O Santos tem prazo de 39 dias para efetuar o pagamento ao Arouca. Caso contrário, será automaticamente punido com transferban. Apesar das dificuldades, a diretoria mantém otimismo em um acordo e afirma trabalhar para estancar o crescimento da dívida e reorganizar as finanças do clube.

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