O Palmeiras encerrou 2025 de forma melancólica, sendo o primeiro ano desde a chegada do técnico Abel Ferreira em que o clube terminou sem conquistar títulos, além de amargar três vice-campeonatos: Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro.

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Para voltar a ser campeão, o Alviverde vem promovendo mudanças em seu elenco, entre elas a saída do zagueiro Micael, que está sendo emprestado ao Inter Miami, dos Estados Unidos, equipe de Lionel Messi. Para o jornalista Vitor Palhares, do LanceNet, todo o movimento, desde a chegada até a saída do atleta, foi um equívoco da diretoria do Verdão.
“A saída do Micael comprova um erro claro de planejamento do Palmeiras no mercado. Nem toda contratação dá certo, mas tudo o que envolveu a chegada dele ao clube é estranho”, comentou Palhares, lembrando a saída de outro defensor da equipe.
Jornalista lembra da situação de Naves em Portugal
“Agora vai por empréstimo, jogar no time do Messi, de volta à Major League Soccer (MLS). Enquanto isso, Naves fixado em Portugal…”, destacou o profissional, relembrando o empréstimo do jovem ao Alverca, da primeira divisão portuguesa.
“Há momentos em que é difícil entender o processo. Independentemente da parte financeira, algo que o Palmeiras tem estável e em dia, é preciso focar no futebol, algo que ele passou longe de entregar (e olha que oportunidades não faltaram)”, desabafou o jornalista, questionando as decisões recentes da direção.

O acordo de Micael com o Inter Miami estabelece uma opção de compra ao final do período de empréstimo, com o objetivo de recuperar o investimento de R$ 35 milhões realizado em sua contratação junto ao Houston Dynamo, também dos Estados Unidos.
Micael começou em alta, mas foi perdendo espaço
Oficializado no fim de fevereiro de 2025, Micael chegou a engatar uma sequência de partidas entre a reta final do Campeonato Paulista e o início do Campeonato Brasileiro, mas acabou perdendo espaço no elenco a partir do mês de maio.

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O jogador, que veste a camisa 13, foi contratado para suprir uma carência na defesa por atuar pelo lado esquerdo, característica solicitada por Abel Ferreira. Entretanto, não conseguiu se consolidar, e a avaliação ao término da temporada aponta que uma transferência é o melhor desfecho.








