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Gabigol entra no debate e contraria o Palmeiras sobre o gramado sintético: "É perigoso"

Hoje no Cruzeiro, Gabigol reforça que o mais importante é lutar por grama natural de qualidade e cita quando se lesionou

Gabigol no Cruzeiro. Foto: Gilson Lobo/AGIF
© Gilson Lobo/AGIFGabigol no Cruzeiro. Foto: Gilson Lobo/AGIF

Debate é polêmico no futebol brasileiro

Gabigol foi mais um a se pronunciar sobre o debate da grama sintética no futebol brasileiro. Em entrevista ao ‘Podpah’, o atacante do Cruzeiro fez um discurso totalmente contra a esse tipo de grama e contrariou o posicionamento recente do Palmeiras.

“Sintético não existe, é uma coisa básica. Em todas as ligas do mundo, não pode sintético, só no Brasil que pode. Então está todo mundo errado e o Brasil está certo? É perigoso, falam que não machuca, mas você fica dois dias fazendo gelo depois”, comentou o ex-Santos e Flamengo.

No Brasileirão, cinco clubes possuem estádios com o gramado sintético: Athletico Paranaense, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras.

Gabigol não é o único a reclamar da grama

Neymar, o maior nome da geração brasileira, é um dos que mais se manifesta contra o gramado sintético, assim como Lucas Moura, do São Paulo, e outros jogadores de alto nível

Ainda na entrevista para o podcast, Gabriel Barbosa ponderou que todos os estádios devem prezar pela boa qualidade da grama:

“Eu machuquei o tornozelo uma vez e falam: ‘Mas foi no campo natural’. Mas o campo era ruim natural. A gente não está brigando para o campo ser só natural, tem que ser natural e bom. Todos os times tinham que ter o gramado como de Itaquera. Não gosto de sintético, não lembro de ter [sintético bom]”, disse Gabigol.

Palmeiras e Flamengo entraram em “guerra” sobre o tema

Na semana passada, o Fla, que luta pela padronização dos gramados no Brasil, vibrou com a união de alguns clubes da Série A contra a utilização de novos sintéticos e emitiu uma nota oficial:

“O Flamengo congratula a CBF por liderar o debate técnico que permitirá a transição obrigatória para o gramado natural em todos os clubes da elite. O ano de 2026 será o marco da retomada da excelência brasileira, onde o campo poderá ser, finalmente, uma superfície aliada do talento e da técnica, e não um empecilho a ser superado”, se posicionou o clube carioca.

A presidente Leila Pereira rebateu: “O fato é que não há qualquer evidência científica de que os campos sintéticos ofereçam maior risco de lesão aos atletas. Inclusive, desde que implementou o gramado artificial no Allianz Parque, em 2020, o Palmeiras é um dos clubes da Série A com menor número de jogadores lesionados. Portanto, as alegações feitas pela atual gestão do Flamengo não passam de fake news”, disparou ela.

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