Leila Pereira é uma presidente muito midiática e que divide opiniões até entre os torcedores do Palmeiras. A mandatária é presidente da Crefisa, uma das empresas mais bem-sucedidas da América Latina e decidiu gerenciar um dos clubes mais importantes do Brasil. A sua gestão tem altos e baixos, mas tem sido responsável até então.
Nesta terça-feira (27), o jornalista Jorge Nicola trouxe uma informação bem importante sobre o patrocínio da Cimed. A nova parceria chega para o futebol feminino e o futsal do Verdão, mas João Adibe, CEO da empresa, adoraria estampar a marca no uniforme do futebol masculino. Leila, no entanto, resiste a essa ideia. A informação é do jornalista Jorge Nicola.
“Posso contar para vocês que o João Adibe, CEO da Cimed, adoraria estampar a marca de sua empresa na camisa do time principal, mas como já acontece há algum tempo, Leila tem resistido a essa ideia e certamente o acordo anunciado nesta terça-feira (27), vai causar ainda mais barulho dentro do Clube. Tem conselheiro entendendo que a Leila tem amarrado possíveis acordos e pedindo que o Palmeiras ganhe mais (…)”, revelou Nicola antes de continuar.
O acordo da Cimed com o futebol feminino foi fechado por R$ 2,8 mi por temporada, além de uma série de medicamentos gratuitos, que antes tinha um custo ao clube.
�� @jorgenicola
— Central do Palmeiras (@CentralDaSEP) September 27, 2022
“Crefisa e FAM pagam 81 milhões de reais para explorar toda propriedade do uniforme Alviverde, mas nunca a Leila descriminou quanto gasta por cada um dos espaços. No peito, na manga, no calção, na meia… esse número não foi divulgado, dificultando a entrada de novos parceiros (…)”, completou o jornalista.
Nicola trouxe a informação de que o acordo com a Cimed foi fechado por R$ 2,8 milhões por temporada. Palmeiras também terá direito a vários medicamentos que tinham um custo para o clube anteriormente, agora, isso será cedido de graça.





