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(Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

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Em entrevista coletiva, Coudet abre o jogo sobre futuro de Guerrero e deixa recado ao peruano

Durante entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (19), Eduardo Coudet disse que tem total interesse em contar com Paolo Guerrero para 2020, mas ressalta que sua permanência depende apenas do próprio jogador.

Bolavip

(Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

(Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

Eduardo Coudet concedeu no começo da tarde desta quinta-feira (19) sua primeira entrevista como treinador do Internacional. O técnico chega cercado de grande expectativa e a torcida colorada está bastante ansiosa para assistir o time jogar sob o seu comando. Durante as perguntas dos jornalistas, o argentino falou bastante de Paolo Guerrero, que está sendo cogitado para jogar no Boca Juniors em 2020. 

O comandante disse que já conversou com o peruano, demonstrou o projeto que tem para o atleta na próxima temporada, mas deixou um recado importante o artilheiro: para permanecer no Beira-Rio só depende dele, já que o treinador fez de tudo para mantê-lo e tem total interesse em ficar com o goleador. 

Gostaria de contar com Guerrero para o próximo ano. Não temos garantia de que Paolo fica. Começamos a conversar agora para saber com qual plantel irei iniciar. Tenho que começar a dar forma ao que pretendo. Armar uma equipe competitiva que seja protagonista. Quero ser competitivo constantemente. Já conversei com Guerrero. Ele sabe o que eu penso. Espero que ele possa seguir conosco. Quero competir e ser protagonista. E ele também. Estamos na mesma linha. O que eu poderia fazer já fiz. Agora é uma decisão pessoal dele. Ele sabe que queremos que ele fique”, explicou o argentino

Coudet também explicou como enxerga o Internacional em 2020

Não busco jogadores pela experiência ou juventude. Busco pela necessidade que teremos. Usei jovens no Rosário porque tinham jogadores como Lo Celso, Cervi e outros. Comigo jogará quem está melhor. Independente da idade. Estou olhando bastante para os jovens do Inter. Quero ver alguns jogos deles. Especialmente aqueles que estão proximos de ter uma chance no profissional. A bola não pede documento de identidade para jogar. Se eles merecerem, vão jogar. Para sermos protagonistas, vamos precisar muito da torcida. Não tenho dúvida que vamos montar uma equipe que represente a história do Inter e sua gente. Que jogue igual dentro e fora de casa”, completou

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