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Derrota não muda a vida do Flu no Carioca, mas preocupa (e muito) para 2020

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Derrota para o Volta Redonda em nada muda a vida do Fluminense no Carioca, mas preocupa (e muito) para o restante da temporada

Na reestreia de Fred pelo Fluminense, falhas individuais e expulsão bizarra de Egídio marcam derrota para o Voltaço

Bolavip

Derrota não muda a vida do Flu no Carioca, mas preocupa (e muito) para 2020

Derrota não muda a vida do Flu no Carioca, mas preocupa (e muito) para 2020

Antes da partida, a expectativa era pela estreia de Fred e vitória do Fluminense com gols do capitão. Mas não foi bem isso o que aconteceu.

Na Taça Rio, o Fluminense está praticamente classificado à semifinal, mesmo com a derrota de 2 a 0 para o Volta Redonda. Outra coisa que não podemos cobrar é a lentidão do time, que esteve presente nos 90 minutos, mas, após três meses de pausa e apenas oito dias de treinos presenciais, nem podemos concluir algo a respeito. 

O primeiro gol do Voltaço saiu de uma grande bobeada do Flu. Contra-ataque rápido do adversário e um frangaço de Muriel, que desde o começo da temporada vem sendo inconstante, mudaram a sequência do jogo. A lentidão, que já atrapalhava, piorou com a inferioridade no placar. 

Egídio foi expulso logo aos 15 minutos do 1T e prejudicou demais o Fluminense (Foto: LUCAS MERÇON/FLUMINENSE FC)

Aos 15 minutos, Egídio foi expulso de uma forma bizarra. Já vi, revi e não consigo entender o que passou na cabeça do lateral-esquerdo ao aplicar aquela voadora no meio de campo. E a situação do Tricolor só piorava. 

Outro que foi muito mal no jogo é o meia Paulo Henrique Ganso. Errou passes, dribles e nas bolas paradas também não agradou. Nenê 100% fisicamente tende, e muito, a ser titular absoluto. 

Fred, o grande astro da partida, não teve grande aparição, mas foi muito prejudicado pelo coletivo do time. Individualmente se movimentou bastante e conseguiu um bom passe para o garoto Marcos Paulo, que acabou não resultando em gol em uma jogada de perigo. 

Evanilson jogou aberto pela direita no ataque do Fluminense, porém sem tanto efeito com o time com um a menos (FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C)

A grande incógnita da partida, como eu havia dito em minha última coluna, era o posicionamento de Evanilson. Estava crendo em um 4-4-2 ou em um 4-3-1-2. Isso não aconteceu. Foi um 4-3-3 bem claro, com o garoto bem aberto pela direita, Fred centralizado e Marcos Paulo pela esquerda, que era o único que tentava alguma coisa antes de ser substituído. 

Com Evanilson sem aparecer pela direita e Ganso mal pelo meio, a alteração feita por Odair Hellmann é absurdamente inexplicável. Acertou em colocar Orinho, era óbvio após a expulsão do Egídio, mas tirar Marcos Paulo, que vinha sendo bem explorado, e manter dois jogadores que pouco estavam acrescentando, prejudicou ainda mais a criação do time.

Na próxima quinta-feira (02), para fechar a fase inicial da Taça Rio, o Fluminense encara o Macaé, em Saquarema, às 17h30 (horário de Brasília). Sem Egídio, suspenso, e com os possíveis retornos de Nenê e Wellington Silva, o Tricolor buscará a quarta vitória para fechar o segundo turno do Campeonato Carioca.

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