O Internacional voltou a enfrentar problemas fora de campo. A Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias do clube por conta de uma dívida relacionada à negociação do atacante Carlos Palacios, episódio que expõe mais uma fragilidade administrativa do rival em meio a um cenário financeiro delicado.

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O valor cobrado refere-se à comissão devida ao empresário do jogador. Inicialmente, a quantia girava em torno de R$ 1 milhão, mas, após pagamentos parciais, a dívida atual está estimada em cerca de R$ 700 mil. Com juros e honorários advocatícios, o montante já se aproxima de R$ 800 mil.
Bloqueio é mantido após Justiça negar pedido do Inter
O bloqueio das contas foi autorizado após o Internacional não quitar integralmente o valor acordado. A medida busca garantir o cumprimento da obrigação financeira enquanto o processo segue em andamento.
Nos autos, o clube tentou reverter a decisão ao solicitar efeito suspensivo, alegando risco de dano financeiro grave. No entanto, o pedido foi analisado e negado pela Justiça, que optou por manter a restrição sobre as contas bancárias do Colorado.

Clube contesta contrato e aponta excesso na cobrança
Na defesa apresentada, o Internacional afirmou que o contrato apresentado pelo empresário seria nulo e que há excesso na cobrança dos valores exigidos. O clube sustenta divergências quanto à validade do acordo firmado durante a negociação de Carlos Palácios.
Apesar disso, o Judiciário entendeu que, neste momento processual, não há fundamentos suficientes para suspender a execução da dívida, mantendo a decisão que determina o bloqueio.
Rival admite dificuldade financeira no processo
Outro ponto que chamou atenção no processo foi a argumentação do Internacional sobre sua situação financeira. O clube alegou enfrentar dificuldades severas de caixa e pediu uma medida urgente para suspender o bloqueio.

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Mesmo com essa alegação, a Justiça rejeitou o pedido. Assim, o bloqueio segue em vigor até que o valor seja quitado ou haja uma nova decisão judicial, ampliando a pressão sobre a gestão colorada e reforçando os problemas administrativos vividos pelo rival do Grêmio.








