O meio-campista Arthur, atualmente no Grêmio, abriu o coração ao falar sobre Cristiano Ronaldo em entrevista ao jornalista Duda Garbi. Ao relembrar o período em que conviveu com o craque português no futebol europeu, o volante fez um desabafo sincero e revelou bastidores que evidenciam o nível extremo de profissionalismo do camisa 7.

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Segundo Arthur, a convivência com Cristiano foi um divisor de águas em sua carreira. O jogador gremista destacou que jamais havia presenciado alguém com tamanha dedicação à profissão, tanto dentro quanto fora de campo, reforçando a imagem de obsessão positiva do português pela excelência.
Arthur detalha convivência com Cristiano Ronaldo
Durante a entrevista, Arthur afirmou que o comprometimento de Cristiano Ronaldo extrapolava qualquer padrão conhecido. Para o volante, cada atitude do atacante seguia uma lógica rigorosa, sempre voltada à performance máxima e à longevidade na carreira.
“Nunca vi, na minha vida, alguém mais profissional do que ele. Não sei nem se existe como ser mais profissional. É impressionante”, declarou Arthur, reforçando que o nível de exigência do português era algo fora do comum no futebol.

Rotina rígida e cobrança constante
Arthur também revelou que Cristiano mantinha uma rotina extremamente controlada, sem abrir exceções. Mesmo fora do ambiente de treino, o craque português seguia hábitos rígidos, especialmente relacionados à alimentação, descanso e recuperação física.
Em um jantar com companheiros de equipe, por exemplo, Cristiano chegou a orientar colegas sobre escolhas alimentares. Segundo Arthur, esse tipo de atitude não vinha como imposição, mas como parte natural de quem vive o esporte com obsessão por detalhes.
“Ele faz tudo do jeito certo, sem pensar no ‘e se?’. Ele não sai da rotina. Pelo menos, eu nunca vi”, completou o jogador do Grêmio.
Exigência coletiva dentro do elenco
Outro ponto destacado por Arthur foi a postura de liderança de Cristiano Ronaldo. Mesmo sendo a principal estrela do elenco, o português tratava todos com respeito e buscava elevar o nível coletivo, cobrando postura profissional independentemente do status de cada jogador.

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Para Arthur, essa mentalidade ajudava a criar um ambiente competitivo e saudável, no qual todos se sentiam motivados a melhorar diariamente para acompanhar o ritmo do craque.








